Estratégia comercial
só gera resultado
quando VIRA EXECUÇÃO.

A JointBee ajuda a sua empresa a organizar processos comerciais, aumentar a produtividade de vendas e transformar oportunidades em crescimento acelerado!

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DIAGNÓSTICO E DIRECIONAMENTO

2

DESENHO DA ESTRATÉGIA COMERCIAL

3

PROCESSOS, CAPACIDADES E GESTÃO

4

EXECUÇÃO E RESULTADOS

Estratégia • Processos • Pessoas

Crescimento comercial não se resolve com uma ação isolada.

Estratégia, processos e pessoas precisam funcionar como um único sistema. É sobre essa conexão que a JointBee estrutura cada projeto de aceleração comercial.

Estratégia só gera resultado quando a equipe consegue executar.

A JointBee transforma desafios comerciais em prioridades claras e crescimento consistente.

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Estratégia Comercial e Crescimento

Escolhas de mercado, prioridades, proposta de valor, metas e caminhos claros para crescer com foco.

DIREÇÃO ANTES DA ACELERAÇÃO

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Processos e Gestão de Vendas

Funil comercial, indicadores, rotinas, papéis e ferramentas para transformar esforço em previsibilidade.

GESTÃO QUE EXPLICA O RESULTADO

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Marketing e Geração de Demanda

Posicionamento, arquitetura de ofertas e integração entre marketing e vendas para gerar oportunidades qualificadas.

RELEVÂNCIA QUE ABRE CONVERSAS

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Canais e Rotas para o Mercado

Canais, distribuidores, grandes contas e execução no ponto de venda organizados para ampliar cobertura e giro.

ESTRATÉGIA CONECTADA AO MERCADO

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Liderança e Desenvolvimento

Formação de gestores, ritos de acompanhamento e capacidades que sustentam a mudança. 

PESSOAS CAPAZES DE FAZER ACONTECER

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Mentoria e Aconselhamento Executivo

Apoio próximo à liderança para tomar decisões, superar impasses e conduzir prioridades estratégicas.

CLAREZA PARA DECISÕES DIFÍCEIS

Nós já ajudamos centenas de empresas a alcançar novas vendas, quando parecia que todas as oportunidades que estavam ao seu alcance tinham se esgotaram.

Cases

Biblioteca

Quero acelerar o crescimento
da minha empresa.

Projeto Junco | Mentoria e Estruturação de Marketing

A EMPRESA

A Junco é uma indústria de alimentos com forte presença no varejo alimentar, incluindo supermercados, atacarejos e outros canais ligados às categorias de consumo.

A empresa já possuía força comercial, proximidade com o canal, conhecimento prático do ponto de venda e capacidade de execução. Entretanto, o Marketing ainda operava com baixa formalização estratégica e forte pressão de demandas internas.

O projeto conduzido pela JointBee teve como foco transformar o Marketing em um sistema de gestão mais estruturado, conectado ao posicionamento, ao consumidor, ao canal, às categorias, ao Trade Marketing e ao crescimento comercial.


O PROBLEMA

O Marketing da Junco atuava de forma predominantemente operacional e reativa, atendendo solicitações de diferentes áreas e respondendo às urgências do dia a dia.

Embora a empresa tivesse conhecimento de mercado e presença relevante no varejo, esse repertório ainda dependia muito da experiência e da percepção individual das lideranças.

Faltavam posicionamento formalizado, prioridades claras, papéis definidos, indicadores, fluxos de trabalho e uma rotina de gestão capaz de transformar informações em decisões.

A Junco precisava fazer com que o Marketing deixasse de ser apenas uma área de comunicação e atendimento de demandas para assumir uma função mais estratégica na organização.


AS DORES

  • Marketing excessivamente reativo e pressionado por demandas de curto prazo.
  • Dificuldade para proteger as prioridades estratégicas da área.
  • Ausência de uma estratégia de Marketing unificada e documentada.
  • Posicionamento de marca dependente de interpretações individuais.
  • Ambiguidade entre o foco no canal e a necessidade de compreender o consumidor final.
  • Dificuldade para diferenciar produto, preço, marca e execução no ponto de venda.
  • Trade Marketing e merchandising acionados de forma fragmentada.
  • Inteligência concentrada em dados históricos de vendas, com pouca leitura de mercado, consumidor e categoria.
  • Decisões de produto, praça e oportunidade fortemente dependentes da intuição da liderança.
  • Comunicação e design operando sem briefings estratégicos suficientemente claros.
  • Risco de retrabalho e conflitos na relação com e-commerce e canais digitais.
  • Falta de ritos, calendários, fluxos, indicadores e critérios formais de decisão.
  • Necessidade de preparar a liderança de Marketing para uma atuação mais gerencial, estratégica e integradora.


O DESAFIO

Transformar o Marketing da Junco em um hub integrador de marca, consumidor, canal, categorias, execução no PDV, inteligência de mercado e suporte comercial.

Na prática, o desafio era criar um modelo capaz de conectar:

  • Posicionamento;
  • Planejamento;
  • Comunicação;
  • Trade Marketing;
  • Merchandising;
  • Design;
  • Inteligência;
  • Categorias;
  • P&D;
  • Comercial;
  • Digital e e-commerce;
  • Governança e acompanhamento.

O objetivo era fazer com que o Marketing trabalhasse com prioridades claras, responsabilidades definidas, dados, ritos de gestão e maior capacidade de apoiar o crescimento da empresa.


A TRANSFORMAÇÃO

Entrega

O que foi realizado

Diagnóstico estratégico do Marketing

Análise do funcionamento da área e de suas interfaces com Comercial, Trade, Merchandising, P&D, Comunicação, Digital e Inteligência.

Matriz 7S aplicada ao Marketing

Organização do diagnóstico considerando estratégia, estrutura, sistemas, valores compartilhados, estilo, equipe e competências.

Posicionamento mercadológico

Construção de um direcionamento baseado em transformar categorias em giro no PDV, com lojas abastecidas, rentáveis, organizadas e atrativas.

Tratamento das ambiguidades estratégicas

Discussão e definição de critérios para temas como canal versus consumidor, produto versus execução, preço versus valor e comunicação versus vendas.

Objetivos estratégicos para 2026

Definição das prioridades relacionadas à execução no PDV, portfólio, marca, geração de demanda, integração comercial e inteligência.

Plano Integrado de Marketing

Consolidação do posicionamento, objetivos, estrutura, ações, indicadores, calendário, mandatos e rotinas de acompanhamento.

Estrutura organizacional da área

Formalização dos núcleos e responsabilidades de Comunicação, Trade, Merchandising, Inteligência, Design, Categorias, P&D e parceiros.

Mandatos dos núcleos

Definição do papel, das entregas e das interfaces de cada frente do departamento.

Governança e ritos de gestão

Criação de reuniões, checkpoints, painéis, relatórios, revisões de campanhas, análises de categorias e comitês.

Fluxos de trabalho

Organização das entradas, responsabilidades, briefings, prazos e critérios de acompanhamento das demandas.

Modelo de atendimento ao digital e e-commerce

Recomendação de um modelo integrado, com briefing obrigatório e separação entre marca, conteúdo, operação e performance.

Desenvolvimento da liderança

Preparação da gestora para coordenar prioridades, equipes, núcleos, indicadores e rotinas.

Lançamento do plano para a equipe

Apresentação do direcionamento, das responsabilidades e dos próximos passos para transformar o plano em compromisso de execução.


RESULTADOS

A transformação reposicionou o Marketing como uma função de gestão e criou uma base mais clara para integrar estratégia, execução, canal e crescimento.

ANTES

DEPOIS

Marketing atuando principalmente como área de atendimento de demandas.

Marketing estruturado como sistema de gestão, priorização e execução estratégica.

Comunicação fragmentada e orientada por urgências.

Comunicação orientada por posicionamento, calendário, narrativa e objetivos.

Posicionamento dependente da percepção individual das lideranças.

Posicionamento formalizado e utilizado como filtro para decisões.

Trade e merchandising acionados de forma reativa.

Trade e merchandising integrados ao planejamento e à governança da área.

Inteligência concentrada no histórico de vendas.

Inteligência ampliada para mercado, consumidor, praça, categoria e execução.

Decisões apoiadas principalmente na experiência e no feeling.

Decisões apoiadas por dados, hipóteses, critérios e ritos de análise.

Plano de Marketing disperso e pouco acionável.

Plano integrado com responsáveis, prazos, entregáveis, calendário e indicadores.

Papéis pouco claros entre os diferentes núcleos.

Mandatos e responsabilidades definidos para cada frente do departamento.

Comunicação e design recebendo demandas sem briefing suficiente.

Fluxos e briefings estruturados para orientar melhor as entregas.

Digital e e-commerce gerando urgências e retrabalho.

Modelo de atendimento mais claro, com responsabilidades e prioridades definidas.

Liderança concentrada em resolver demandas operacionais.

Liderança preparada para coordenar pessoas, prioridades, ritos e indicadores.

Planejamento tratado principalmente como documento.

Planejamento transformado em instrumento de gestão e acompanhamento contínuo.

  • O Marketing passou a ser compreendido como função estratégica, e não apenas operacional.
  • A empresa ganhou maior clareza sobre seu papel no canal e sua capacidade de apoiar o giro das categorias no ponto de venda.
  • O posicionamento passou a orientar campanhas, embalagens, comunicação, Trade Marketing e decisões de portfólio.
  • Os núcleos da área passaram a contar com responsabilidades e entregas mais bem definidas.
  • A integração entre Comunicação, Trade, Merchandising, Inteligência, Design, P&D, Comercial e parceiros foi fortalecida.
  • A dependência da memória individual e da intuição como únicos critérios de decisão foi reduzida.
  • A liderança de Marketing ganhou melhores condições para coordenar prioridades, ritos, indicadores e aprendizados.
  • O plano passou a funcionar como base para execução, acompanhamento e correção de rota ao longo do período.


RESUMINDO

  1. A Junco já possuía força comercial, presença no varejo e conhecimento prático do ponto de venda.
  2. O Marketing, entretanto, ainda trabalhava de forma muito reativa e dependente das demandas internas.
  3. A JointBee estruturou posicionamento, objetivos, papéis, fluxos, indicadores, calendário e ritos de gestão.
  4. O projeto conectou Marketing, Comercial, Trade, Inteligência, P&D, Design e canais digitais dentro de um plano integrado.
  5. O aprendizado central é que Marketing estratégico começa por escolhas, prioridades e governança — e só gera valor quando o planejamento se transforma em rotina de execução.
Agende uma conversa sobre a sua empresa com um especialista JointBee.

O Problema

O balanceamento entre as exportações e o consumo nos mercados internos onde as plantas estão presentes é um dos pontos de maior relevância para a redução da exposição ao risco. Para isso, a Minerva Foods implanta centrais de distribuição junto aos principais mercados domésticos onde atua, com estruturas de vendas e distribuição próprias.

A eficiência destas estruturas depende fundamentalmente de se estabelecer uma dinâmica de gestão e operação comercial capaz de replicar as melhores práticas de todos os mercados e que atua, nos diversos países, e adaptar aos padrões de consumo locais.

O desafio era garantir que isso fosse feito com precisão e conquistando o engajamento de dezenas de vendedores e supervisores em 3 países diferentes, tudo em menos de 90 dias.

 

A Solução

Com base no aprendizado obtido através da operação no Brasil, desenvolvemos um programa de capacitação que foi replicado no Chile, Paraguai e Colômbia, adaptando às diversas realidades locais, que foram investigadas através de trabalhos de campo presenciais com e sem as equipes de vendas.

A condução destes encontros, ministradas sob o formato de palestras e workshops em cada país e baseados em um conteúdo ricamente preparado com informações sobre os produtos, técnicas de vendas universalmente adotadas e um forte tempero regional, tornou os eventos ao mesmo tempo engajadores e instrutivos.

 

Os Resultados

O estabelecimento de um padrão comercial proporcionou um modelo de gestão eficaz, e as trocas de experiências entre os países geraram uma perspectiva integrada de cultura comercial para a empresa, com frutos em vendas e retenção de equipes.

Se você deseja consolidar seu posicionamento de mercado e aumentar a sua produtividade e vendas fale com a gente e peça um orçamento para um projeto personalizado como este!

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Projeto Plastripel | Reestruturação Comercial, Jeito de Vender, Trade Marketing e Governança de Execução

A EMPRESA

A Plastripel possui uma operação comercial relevante, portfólio amplo, presença em diferentes regiões e uma força de vendas apoiada por supervisores, RCAs, categorias, compras, marketing e gestão comercial.

A empresa já vendia e crescia. O desafio não era simplesmente aumentar a pressão sobre a equipe, mas transformar esse crescimento em um sistema gerenciável, capaz de orientar as rotas, desenvolver o mix, proteger a margem e aproveitar melhor o potencial de cada mercado.

A atuação da JointBee começou com a reestruturação comercial e evoluiu para outras frentes, como política comercial, trade marketing, compras, orçamento de vendas, planejamento empresarial e dinâmica de gestão da diretoria.


O PROBLEMA

A Plastripel precisava profissionalizar sua máquina comercial para aproveitar melhor o potencial de mercado que já existia.

A empresa contava com vendedores, clientes, portfólio e presença regional, mas ainda havia oportunidades importantes em cobertura, positivação, frequência, mix, valor médio de pedido, produtividade dos RCAs e disciplina de supervisão.

A gestão estava muito concentrada no faturamento final. Era necessário passar a acompanhar também as causas que produzem o resultado: quais clientes estavam sendo atendidos, quais itens entravam nos pedidos, quais categorias eram desenvolvidas, onde havia potencial não explorado e como cada supervisor atuava sobre os gaps da sua equipe.

Também era necessário conectar melhor vendas, compras, marketing, política comercial e direção. Sem esse alinhamento, a empresa corria o risco de vender com desconto excessivo, comprar sem giro, trabalhar categorias sem prioridade e crescer sem a margem necessária.


AS DORES

  • Baixo aproveitamento do potencial de determinadas rotas, clientes e regiões.
  • Cobertura comercial abaixo da capacidade existente.
  • Dependência do faturamento como principal indicador de desempenho.
  • Dificuldade para ampliar o número de itens e categorias vendidos por cliente.
  • Portfólio amplo, mas sem priorização suficientemente clara por giro, margem e função estratégica.
  • RCAs com diferentes níveis de produtividade, vitalidade e capacidade de desenvolver suas rotas.
  • Supervisores atuando mais como cobradores de resultado do que como gestores de potencial e desenvolvimento.
  • Ausência de uma linguagem comercial comum para orientar a abordagem da equipe.
  • Descontos, tabelas, promoções e negociações com necessidade de maior governança.
  • Compras e vendas atuando com risco de objetivos desconectados.
  • Planejamento estratégico com dificuldade para se transformar em planos, responsáveis, prazos e acompanhamento.
  • Crescimento ainda dependente da iniciativa individual de alguns líderes.


O DESAFIO

Construir um sistema comercial capaz de fazer a Plastripel vender mais e melhor a partir do aproveitamento disciplinado do potencial de mercado.

Na prática, o desafio era criar um método próprio de vender, gerir e crescer, conectando:

  • Potencial de rota;
  • Prioridades comerciais;
  • Positivação e frequência;
  • Mix e categorias;
  • Política comercial;
  • Margem;
  • Trade marketing;
  • Compras;
  • Supervisão;
  • Planejamento;
  • Acompanhamento da execução.

O objetivo era substituir cobranças genéricas por uma gestão capaz de explicar o resultado e orientar, com clareza, o que cada líder e profissional deveria executar.


A TRANSFORMAÇÃO

Entrega

O que foi realizado

Diagnóstico de campo

Levantamento de informações sobre rotas, clientes, regionais, mix, cobertura, produtividade e principais gaps de execução.

Jeito Plastripel de Vender

Construção de uma linguagem comercial própria, com clareza sobre como abordar, diagnosticar e desenvolver cada cliente.

Segmentação da abordagem comercial

Organização da atuação por tipo de cliente, potencial, categoria, frequência, volume, mix e estágio de relacionamento.

Árvore de produtividade comercial

Definição dos indicadores que explicam o faturamento, como positivação, frequência, ticket, mix, volume, categoria, margem e execução.

Rotina dos supervisores

Estruturação do acompanhamento de RCAs, rotas, metas, prioridades, dificuldades e planos de ação.

Treinamento de supervisores e RCAs

Capacitação da equipe-piloto e orientação para aplicação e replicação do novo método.

PDCA comercial

Criação de uma rotina para analisar resultados, identificar oportunidades, acompanhar ações, corrigir desvios e registrar aprendizados.

Orçamento de vendas

Desdobramento das metas por supervisor, RCA e categoria, conectando crescimento, rentabilidade, giro e capacidade de compras.

Plano de Trade Marketing

Estruturação de campanhas, incentivos e ações comerciais para estimular distribuição, mix e mobilização da força de vendas.

Política comercial e precificação

Organização de tabelas, descontos, preços promocionais, alçadas e regras para proteger margem e orientar negociações.

Integração entre compras e vendas

Alinhamento das decisões de compra ao giro, margem de contribuição, disponibilidade de produto e necessidades comerciais.

Planejamento empresarial

Construção de objetivos estratégicos, planos 5W2H, responsabilidades e metodologia de acompanhamento.

Dinâmica de gestão da diretoria

Implantação de reuniões, follow-ups, fechamento mensal, PDCA e responsabilização pela execução.

Método de vitalidade e produtividade dos RCAs

Desenvolvimento de uma lógica baseada em potencial, prioridades, rotas, clientes ponderados e gaps de produtividade.


RESULTADOS

A transformação permitiu que a discussão comercial deixasse de ser orientada apenas pelo faturamento final e passasse a considerar as alavancas que efetivamente produzem vendas, margem e crescimento.

ANTES

DEPOIS

Cobrança comercial concentrada principalmente no faturamento.

Gestão apoiada em positivação, frequência, mix, ticket, margem, categorias e execução.

Rotas acompanhadas principalmente pelo histórico de vendas.

Rotas analisadas também pelo potencial, gaps, prioridades e oportunidades disponíveis.

Cada RCA atuava com maior dependência da própria experiência.

A equipe passou a contar com um jeito de vender mais claro e compartilhado.

Supervisores concentrados em cobrar o resultado final.

Supervisores orientados a desenvolver RCAs, priorizar rotas e acompanhar a execução.

Portfólio amplo, mas com pouca clareza sobre quais categorias deveriam ser desenvolvidas.

Maior organização das prioridades por categoria, giro, mix, margem e oportunidade.

Metas comerciais pouco conectadas às ações do dia a dia.

Metas desdobradas por supervisor, RCA, categoria e planos de ação.

Descontos e negociações com necessidade de maior controle.

Política comercial com regras, tabelas, alçadas e maior proteção de margem.

Compras e vendas discutidas como áreas relativamente separadas.

Compras e vendas tratadas como áreas interdependentes, com impacto sobre giro, margem e caixa.

Trade Marketing mais associado a campanhas e incentivos pontuais.

Trade Marketing integrado à execução, distribuição, mix e mobilização da força de vendas.

Planejamento estratégico com risco de permanecer no plano das intenções.

Objetivos transformados em planos 5W2H, responsáveis, prazos e acompanhamento.

Gestão da diretoria dependente da iniciativa individual dos líderes.

Dinâmica formal de reuniões, follow-up, PDCA, fechamento mensal e correção de desvios.

Crescimento apoiado fortemente no esforço de profissionais específicos.

Construção de um sistema mais replicável, orientado por método, indicadores e rotinas.

Além da evolução apresentada na tabela:

  • A equipe passou a utilizar uma linguagem mais clara sobre potencial, prioridades, rotas, mix e execução.
  • O orçamento comercial passou a conectar vendas, categorias, giro, margem e assertividade de compras.
  • A política comercial ganhou uma base mais consistente para controlar descontos e negociações.
  • Compras e vendas passaram a discutir objetivos comuns de margem, giro e disponibilidade.
  • A diretoria ganhou uma rotina mais objetiva para acompanhar planos, corrigir desvios e responsabilizar os envolvidos.
  • A JointBee ampliou sua atuação de uma reestruturação comercial para uma transformação integrada de vendas, trade, compras, planejamento e governança.


RESUMINDO

  1. A Plastripel já possuía mercado, portfólio, equipe e presença regional, mas precisava transformar esse potencial em um sistema de crescimento mais organizado.
  2. O problema não estava apenas em quanto a empresa vendia, mas em como rotas, clientes, categorias, descontos, supervisão e indicadores eram gerenciados.
  3. A JointBee criou um jeito próprio de vender, com segmentação, árvore de produtividade, rotinas, treinamento e acompanhamento da execução.
  4. O projeto evoluiu para política comercial, trade marketing, compras, orçamento de vendas, planejamento empresarial e governança da diretoria.
  5. O aprendizado central é que empresas com força de vendas externa não crescem apenas cobrando mais da equipe. Crescem quando conseguem transformar potencial em prioridade, prioridade em rotina e rotina em execução.
Agende uma conversa sobre a sua empresa com um especialista JointBee.

Projeto Mestres do Site | Reestruturação de Proposta de Valor, Posicionamento, Prospecção e Pré-venda

A EMPRESA

A Mestres do Site é uma empresa de marketing digital que iniciou sua atuação com forte associação à criação e manutenção de sites, apoiada por um modelo de receita recorrente.

Com a evolução do negócio, a empresa ampliou seu portfólio para tráfego pago, tráfego orgânico e serviços mais estratégicos de geração de demanda. Essa mudança elevou o valor das entregas, a complexidade comercial e a necessidade de uma abordagem mais consultiva.

O projeto conduzido pela JointBee teve como foco revisar a proposta de valor, definir a arena de atuação, identificar o perfil de cliente ideal, estruturar a oferta, melhorar a prospecção outbound e transformar a pré-venda em uma função mais qualificada.

 

O PROBLEMA

A capacidade de entrega da Mestres do Site havia evoluído, mas a percepção do mercado ainda estava muito associada à criação de sites e à prestação de serviços digitais isolados.

O histórico da empresa, o nome, a arquitetura dos produtos e parte do discurso comercial levavam os leads a comparar preço, pedir orçamento e enxergar a oferta como commodity.

Ao mesmo tempo, a empresa desejava vender uma transformação mais ampla: geração de demanda, autoridade digital, crescimento e previsibilidade comercial.

Esse desalinhamento dificultava a evolução dos clientes para serviços mais completos, reduzia a efetividade do outbound e levava o SDR a atuar mais como atendente ou marcador de reuniões do que como responsável pela preparação de oportunidades.

 

AS DORES

  • Percepção de mercado muito associada à criação de sites.
  • Leads comparando preço antes de compreender o valor estratégico da entrega.
  • Baixa evolução dos clientes para serviços mais completos de tráfego e geração de demanda.
  • Base de clientes ainda sem segmentação estratégica suficiente.
  • Falta de critérios claros para identificar os clientes com maior recorrência, valor e aderência.
  • Dúvidas sobre quais segmentos e mercados deveriam ser priorizados.
  • Proposta de valor ainda muito orientada aos serviços oferecidos.
  • Dificuldade para traduzir capacidade técnica em uma promessa comercial clara.
  • Outbound com alto esforço e baixa geração de reuniões qualificadas.
  • SDR atuando de forma excessivamente transacional.
  • Reuniões comerciais realizadas com pouco contexto, dor ou qualificação.
  • Falta de critérios objetivos para diferenciar lead, prospect e oportunidade.
  • Nomes de produtos e planos pouco conectados ao benefício percebido.
  • Risco de prometer crescimento previsível sem alinhamento suficiente entre Comercial, Marketing e Operação.

 

O DESAFIO

Reposicionar a Mestres do Site de fornecedora de sites, tráfego e ferramentas digitais para parceira na construção de sistemas previsíveis de geração de demanda.

Na prática, o desafio era conectar:

  • Arena de atuação;
  • Perfil de cliente ideal;
  • Proposta de valor;
  • Análise da carteira;
  • Diagnóstico comercial;
  • Prototipagem da oferta;
  • Pitch;
  • Prospecção outbound;
  • Branding e naming;
  • Pré-venda consultiva;
  • Indicadores e remuneração;
  • Alinhamento entre promessa e entrega.

O objetivo era fazer com que o mercado compreendesse a transformação oferecida pela empresa antes de comparar preço ou solicitar um orçamento.

 

A TRANSFORMAÇÃO

Entrega

O que foi realizado

Diagnóstico comercial

Análise do modelo de negócio, da abordagem comercial, da carteira de clientes, da proposta de valor e dos principais desafios de crescimento.

Definição da arena de atuação

Clarificação dos mercados e tipos de negócios mais compatíveis com a estrutura, a experiência e a ambição da empresa.

Análise da carteira real

Utilização de informações como receita recorrente, valor do cliente e concentração da base para identificar padrões de maior aderência.

Perfil de Cliente Ideal

Definição de critérios relacionados a maturidade digital, tipo de negócio, potencial de recorrência, acesso ao decisor e capacidade de investimento.

Carimbo do Cliente Ideal

Criação de critérios objetivos para priorizar, despriorizar ou recusar determinados perfis comerciais.

Organização das arenas e da cadeia de valor

Diferenciação entre empresas B2B, negócios voltados ao consumidor final e indústrias dependentes de canais.

Nova proposta de valor

Migração de uma promessa baseada em serviços digitais para uma promessa orientada à geração previsível de demanda.

Prototipagem da oferta

Teste da coerência entre promessa, pitch, processo comercial e capacidade de entrega.

Diagnóstico como porta de entrada

Estruturação do diagnóstico como uma experiência real de valor para o prospect.

Alinhamento entre Comercial e Operação

Construção de materiais e discussões para garantir que a entrega sustentasse a promessa realizada na venda.

Revisão da prospecção outbound

Avaliação das mensagens, cadências e hipóteses utilizadas para identificar onde o processo deixava de avançar.

Investigação qualitativa do outbound

Recomendação de escuta do mercado para compreender as causas da baixa conversão antes de aumentar o volume de contatos.

Revisão de branding e naming

Discussão sobre o impacto do nome da empresa e dos planos na percepção de valor.

Redesenho da função de SDR

Transformação do SDR em responsável por compreender contexto, identificar dor, avaliar fit e preparar a oportunidade.

Critérios de qualificação e handoff

Definição das informações mínimas para que uma reunião fosse considerada realmente qualificada.

KPIs e remuneração do SDR

Construção de scorecard com indicadores de direção, qualidade do handoff, receita potencial e responsabilização.

 

RESULTADOS

A transformação alterou a forma como a empresa apresentava sua oferta, selecionava clientes e preparava as oportunidades comerciais.

ANTES

DEPOIS

Empresa percebida principalmente como fornecedora de sites.

Empresa orientada a vender geração de demanda e crescimento previsível.

Conversa comercial iniciada por serviço, ferramenta ou orçamento.

Conversa iniciada por contexto, objetivos, oportunidades e impacto no negócio.

Proposta de valor baseada no que a empresa fazia.

Proposta de valor baseada no resultado que ajudava o cliente a construir.

Cliente ideal definido principalmente por percepção.

Cliente ideal construído a partir da análise da carteira, recorrência e aderência.

Busca por diferentes mercados sem priorização suficiente.

Arena de atuação mais clara e critérios objetivos de segmentação.

Diagnóstico utilizado principalmente como etapa de venda.

Diagnóstico tratado como parte relevante da experiência consultiva.

Outbound enfrentando baixa conversão com tendência de aumentar cadência e volume.

Outbound analisado a partir de hipóteses de público, mensagem, dor, timing e percepção de valor.

SDR atuando como atendente ou marcador de reuniões.

SDR responsável por qualificação, contexto, dor, fit e preparação do handoff.

Reuniões marcadas com pouca clareza sobre a oportunidade.

Reuniões avaliadas pela qualidade da preparação e pelo potencial comercial.

Remuneração ligada principalmente à quantidade de reuniões.

Remuneração conectada também à qualidade, receita potencial e avanço da oportunidade.

Naming e arquitetura de produtos exigindo muitas explicações.

Revisão da linguagem para facilitar a compreensão da transformação oferecida.

Risco de divergência entre promessa comercial e entrega.

Maior alinhamento entre proposta de valor, pitch, onboarding, operação e indicadores.

 
  • A empresa ganhou clareza de que sua promessa central não deveria ser site ou tráfego, mas geração estruturada de demanda.
  • A conversa comercial passou a considerar faturamento, metas, oportunidades e previsibilidade.
  • A nova proposta de valor foi validada em uma situação real de venda, mesmo diante de uma alternativa concorrente mais barata.
  • A definição do cliente ideal reduziu a dispersão e trouxe critérios mais objetivos para a prospecção.
  • O diagnóstico ganhou maior relevância como demonstração da capacidade consultiva da empresa.
  • A pré-venda passou a ser orientada pela preparação da oportunidade, e não apenas pela marcação da reunião.
  • Os critérios de handoff trouxeram mais clareza sobre a qualidade dos leads encaminhados para o vendedor.
  • Os indicadores passaram a acompanhar comportamentos e atividades que influenciam o resultado futuro.
  • A empresa passou a observar branding, produtos, discurso, operação e remuneração como partes do mesmo sistema comercial.

 

RESUMINDO

  1. A Mestres do Site evoluiu de uma empresa focada em sites para uma operação com capacidade de entregar geração de demanda mais estruturada.
  2. O mercado, entretanto, ainda enxergava a empresa pelo serviço original, reduzindo valor percebido e estimulando comparação de preços.
  3. A JointBee estruturou arena, cliente ideal, proposta de valor, diagnóstico, outbound, branding, pré-venda e indicadores.
  4. O trabalho ajudou a substituir reuniões pouco qualificadas por oportunidades com mais contexto, dor e potencial de avanço.
  5. O aprendizado central é que uma empresa fica presa à commodity quando continua sendo percebida pelo que executa, e não pelo resultado que ajuda o cliente a conquistar.
Agende uma conversa sobre a sua empresa com um especialista JointBee.

Projeto ACIUB | Estruturação Comercial, Marketing, Jornada e Governança Operacional

A EMPRESA

A ACIUB é uma entidade empresarial com forte presença institucional e um portfólio amplo de entregas para associados e para a comunidade empresarial.

Entre essas entregas estão eventos, núcleos, conselhos, programas de desenvolvimento, serviços, benefícios, iniciativas de relacionamento e projetos como o Empreender.

A organização já possuía reputação, legitimidade, conteúdo e capacidade de mobilização. O desafio era fazer com que todo esse valor operasse de forma integrada, contribuindo de maneira mais clara para aquisição, engajamento, conversão e retenção de associados.

O projeto da JointBee teve como foco estruturar um modelo integrado entre Produtos, Marketing, Comercial, Sucesso do Associado e governança operacional.

 

O PROBLEMA

A ACIUB possuía muitas iniciativas relevantes, mas elas ainda eram percebidas e administradas como ações relativamente isoladas.

Eventos, núcleos, conselhos, programas, serviços e benefícios geravam valor, mas nem sempre estavam organizados dentro de uma jornada clara para o associado.

Isso dificultava a compreensão do portfólio, a comunicação da proposta de valor e a transformação das entregas institucionais em oportunidades comerciais, participação ativa e permanência.

A venda da associação também era mais abstrata do que a venda de experiências concretas. Era mais fácil para o mercado compreender o valor de um evento, de um núcleo ou de um programa específico do que entender imediatamente tudo o que a associação representava.

Ao mesmo tempo, Marketing, Comercial, Produtos, Sucesso do Associado e demais áreas precisavam trabalhar com papéis, processos e entregas mais bem definidos.

 

AS DORES

  • Portfólio amplo, mas percebido como um conjunto de iniciativas desconectadas.
  • Falta de hierarquia clara entre produtos, serviços, eventos, núcleos, conselhos e programas.
  • Dificuldade para comunicar o valor da associação de forma simples e tangível.
  • Marketing pressionado por demandas operacionais e urgências de curto prazo.
  • Comercial cobrado por resultados sem receber sempre campanha, público, oferta, material e cadência adequados.
  • Funil comercial ainda em amadurecimento e com baixa utilização de inteligência comercial.
  • Áreas atuando com sobreposição de responsabilidades.
  • Falta de handoffs claros entre quem idealiza, comunica, vende, entrega e acompanha.
  • Eventos e iniciativas com risco de terminar sem rotina estruturada de follow-up e conversão.
  • Sucesso do Associado cobrado por engajamento e valor percebido sem receber todos os insumos necessários.
  • Curadoria de temas e projetos ainda dependente de decisões dispersas.
  • Risco de retrabalho, decisões paralelas e perda de foco institucional.

 

O DESAFIO

Transformar a ACIUB em uma plataforma integrada de valor para o associado.

Na prática, o desafio era organizar as entregas institucionais para que elas deixassem de funcionar como ações isoladas e passassem a compor um sistema capaz de gerar:

  • Percepção de valor;
  • Confiança;
  • Aquisição;
  • Ativação;
  • Relacionamento;
  • Engajamento;
  • Conversão;
  • Retenção.

Também era necessário estabelecer uma governança mais clara entre Produtos, Marketing, Comercial, Sucesso do Associado, Conselhos, Projetos e Curadoria.

O objetivo era fazer com que cada área soubesse qual era seu papel, quais informações deveria receber, o que precisava entregar e como contribuir para a jornada do associado.

 

A TRANSFORMAÇÃO

Entrega

O que foi realizado

Diagnóstico institucional e comercial

Análise do modelo comercial, fontes de leads, funil, metas, conversão, uso do HubSpot e desafios de inteligência comercial.

Diagnóstico do portfólio

Mapeamento de eventos, núcleos, conselhos, programas, trilhas, serviços, benefícios e demais entregas institucionais.

Arquitetura de produtos

Organização das entregas conforme o valor gerado, seu papel na jornada e sua contribuição para aquisição, engajamento e retenção.

Redefinição do conceito de produto

Ampliação da visão de produto para incluir toda entrega capaz de gerar valor percebido pelo associado.

Proposta de valor institucional

Alinhamento do propósito da ACIUB em torno do sucesso do associado e da construção de um ambiente empresarial mais próspero.

Modelo de curadoria estratégica

Estruturação da curadoria como responsável por interpretar tendências, priorizar temas e conectar conteúdo, portfólio e desenvolvimento empresarial.

Definição de papéis e responsabilidades

Organização das atribuições entre Produtos, Marketing, Comercial, Sucesso do Associado, Conselhos, Projetos e Curadoria.

Handoffs entre áreas

Formalização das passagens de responsabilidade, informações necessárias, prazos, checklists, feedbacks e indicadores mínimos.

Fluxos Marketing–Comercial

Estruturação do processo para que campanhas, públicos, materiais, ofertas e objetivos fossem definidos antes da cobrança por conversão.

Fluxos Marketing–Sucesso do Associado

Organização das demandas, entregas, responsabilidades e prazos entre as áreas.

Onboarding da liderança de Marketing

Contextualização do novo gestor sobre a estratégia, a arquitetura aprovada, as prioridades e os riscos de captura pelas demandas operacionais.

 

RESULTADOS

A transformação criou uma visão mais integrada sobre como a ACIUB gera, comunica, vende e sustenta valor para os associados.

ANTES

DEPOIS

Portfólio percebido como uma agenda de eventos, núcleos, conselhos e programas.

Portfólio organizado como uma arquitetura de produtos e experiências conectadas à jornada do associado.

Venda da associação baseada em uma proposta ampla e abstrata.

Uso de entregas concretas para demonstrar valor, gerar confiança e facilitar a conversão.

Produtos e iniciativas tratados de forma relativamente isolada.

Entregas conectadas a aquisição, ativação, engajamento, relacionamento e retenção.

Marketing atuando principalmente como executor de peças e demandas.

Marketing reposicionado como responsável por narrativa, proposta de valor, campanhas, materiais e apoio à venda.

Comercial cobrado por resultado sem todos os insumos necessários.

Comercial apoiado por público-alvo, oferta, campanha, pitch, material, cadência e feedback.

Sucesso do Associado pressionado por reputação e engajamento de forma isolada.

Sucesso do Associado conectado ao sistema de produtos, comunicação, relacionamento e jornada.

Curadoria associada principalmente à escolha de temas e palestrantes.

Curadoria tratada como competência estratégica para orientar o portfólio e o desenvolvimento empresarial.

Responsabilidades com risco de sobreposição entre áreas.

Papéis, entradas, saídas, prazos e responsabilidades mais bem definidos.

Alinhamentos dependentes de conversas informais e urgências.

Handoffs, checklists, ritos, indicadores e fluxos operacionais formalizados.

Eventos encerrados sem conexão suficiente com próximos passos.

Iniciativas pensadas como partes de uma jornada de relacionamento e conversão.

Decisões dispersas entre áreas, projetos e lideranças.

Governança mais clara para priorizar, aprovar, executar e acompanhar as entregas.

Valor institucional existente, mas nem sempre convertido em crescimento.

Base estruturada para transformar valor em percepção, participação, conversão e permanência.

  • A ACIUB passou a reconhecer que já possuía ativos valiosos, mas precisava organizá-los como sistema.
  • Eventos, núcleos, conselhos, programas e serviços passaram a ser compreendidos como partes de uma jornada.
  • O Marketing ganhou uma função mais estratégica na organização e comunicação das ofertas.
  • O Comercial passou a ser conectado a campanhas, materiais e propostas de valor mais claras.
  • A Curadoria passou a ocupar papel central na escolha de temas e na organização do portfólio.
  • Os handoffs reduziram a dependência de improvisos, cobranças sem insumos e decisões informais.
  • A jornada do associado tornou-se o eixo de integração entre aquisição, relacionamento, engajamento e retenção.
  • A liderança passou a contar com uma arquitetura mais clara para organizar prioridades e acompanhar a execução.

 

RESUMINDO

  1. A ACIUB já possuía reputação, conteúdo, programas e entregas de valor para o empresariado.
  2. O problema era que essas iniciativas ainda não funcionavam como um sistema integrado de crescimento e relacionamento.
  3. A JointBee organizou o portfólio, a jornada do associado, a curadoria e os papéis entre Marketing, Comercial, Produtos e Sucesso do Associado.
  4. O projeto criou fluxos, handoffs, responsabilidades e uma governança mais clara para reduzir improviso e retrabalho.
  5. O aprendizado central é que organizações com muitas entregas não precisam necessariamente criar mais iniciativas; precisam conectar melhor o valor que já produzem.
Agende uma conversa sobre a sua empresa com um especialista JointBee.

Projeto ATM Home | Posicionamento, Funil, Pipeline, Parcerias e Rotina Comercial

A EMPRESA

A ATM Home atua no mercado de automação residencial, sonorização de ambientes, internet profissional e soluções para casas inteligentes.

A empresa oferece soluções técnicas de alto valor para famílias que buscam mais conforto, segurança, praticidade, modernidade e qualidade de vida em suas residências.

O projeto conduzido pela JointBee teve como foco estruturar a proposta de valor, o posicionamento, o perfil de cliente ideal, o funil de vendas, o pitch comercial, os canais de aquisição, as parcerias estratégicas e a rotina de execução.

 

O PROBLEMA

A ATM Home possuía uma solução tecnicamente relevante, mas precisava apresentá-la de forma mais simples, desejável e conectada à vida do cliente.

A comunicação ainda corria o risco de ficar concentrada em equipamentos, funcionalidades e especificações, enquanto a decisão de compra estava ligada a benefícios mais amplos, como conforto, segurança, sofisticação e experiências familiares.

O problema não era apenas gerar leads. Era atrair o perfil correto, qualificar melhor as oportunidades, conduzir uma venda consultiva, reduzir a estagnação no funil e ampliar a geração de demanda por meio de parceiros, indicações e provas sociais.

 

AS DORES

  • Oferta de alto valor com risco de ser percebida como cara ou complexa.
  • Comunicação excessivamente técnica para o cliente final.
  • Baixo conhecimento do mercado sobre as possibilidades da automação residencial.
  • Resistência relacionada à instalação em casas prontas ou antigas.
  • Falta de clareza sobre os benefícios que mais influenciavam a decisão de compra.
  • Necessidade de definir com maior precisão o perfil de cliente ideal.
  • Dependência de contatos, indicações e oportunidades ocasionais.
  • Arquitetos, engenheiros e especificadores ainda pouco estruturados como canais de aquisição.
  • Funil comercial sem todos os critérios de avanço, estagnação e perda formalizados.
  • Necessidade de organizar scripts, diagnóstico, proposta, follow-up e rotina comercial.
  • Falta de indicadores para acompanhar a evolução das oportunidades.
  • Necessidade de profissionalizar a venda sem perder a proximidade e o atendimento personalizado.

 

O DESAFIO

Transformar uma solução técnica de automação residencial em uma oferta consultiva, desejável e comercialmente estruturada.

Na prática, o desafio era fazer com que a ATM Home deixasse de ser percebida apenas como instaladora de equipamentos e passasse a ser compreendida como parceira na criação de ambientes inteligentes, acolhedores, seguros e memoráveis.

Para isso, era necessário conectar:

  • Proposta de valor;
  • Benefícios percebidos;
  • Perfil de cliente ideal;
  • Pitch;
  • Funil comercial;
  • Diagnóstico;
  • Proposta;
  • Parcerias;
  • Provas sociais;
  • Indicadores;
  • Rotina de acompanhamento.

 

A TRANSFORMAÇÃO

Entrega

O que foi realizado

Diagnóstico comercial

Análise da oferta, do processo de venda, dos canais de aquisição e das principais dificuldades comerciais.

Mapa de proposta de valor

Organização dos produtos, dores, obstáculos, benefícios e ganhos desejados pelo cliente residencial.

Priorização dos jobs do cliente

Identificação das principais necessidades relacionadas a conforto, praticidade, segurança, modernidade e experiências familiares.

Posicionamento mercadológico

Reposicionamento da ATM Home como ponte entre tecnologia, cuidado, praticidade e qualidade de vida.

Perfil de cliente ideal

Definição de famílias em residências de alto padrão que valorizam tecnologia, design, conforto e atendimento consultivo.

Estratégia comercial

Organização da venda como um processo consultivo, da prospecção ao pós-venda.

Pipeline comercial

Definição das etapas de prospecção, abordagem, diagnóstico, pitch, proposta, negociação, fechamento e encantamento.

Canvas de vendas

Estruturação de objetivos, validações, ferramentas, prazos de estagnação, motivos de perda e metas de avanço.

Pitch de vendas

Construção de uma mensagem mais simples, emocional e orientada à transformação desejada pelo cliente.

Estratégia de atração e autoridade

Organização das fontes de aquisição, como networking, referências, alianças, eventos, testemunhais e provas sociais.

Plano de outbound e parcerias

Estruturação de ações para gerar relacionamento, visibilidade e indicações qualificadas.

Handbook comercial

Consolidação da proposta de valor, perfil de cliente, funil, pitch, diagnóstico, scripts, rotinas, canais e plano de execução de 90 dias.

 

RESULTADOS

A transformação ajudou a tornar a venda mais clara, consultiva e orientada ao valor percebido pelo cliente.

ANTES

DEPOIS

Comunicação concentrada em tecnologia, equipamentos e funcionalidades.

Comunicação orientada a conforto, segurança, praticidade e experiências.

Empresa percebida principalmente como instaladora de automação.

Empresa posicionada como parceira na criação de ambientes inteligentes e acolhedores.

Cliente ideal definido de forma ampla.

Perfil de cliente ideal mais claro e alinhado à proposta de alto valor.

Oportunidades tratadas sem critérios comerciais suficientemente estruturados.

Funil com etapas, validações, metas de avanço e motivos de perda.

Venda dependente de explicações técnicas.

Pitch mais simples, emocional e conectado à vida do cliente.

Propostas concentradas em itens e soluções.

Propostas mais orientadas à transformação e ao valor percebido.

Indicações e networking utilizados de forma pouco sistemática.

Parcerias, especificadores, eventos e provas sociais organizados como canais de aquisição.

Arquitetos e engenheiros vistos principalmente como contatos.

Arquitetos, engenheiros e especificadores tratados como parceiros estratégicos.

Follow-up dependente da iniciativa individual.

Rotina comercial apoiada por pipeline, scripts, checklists e acompanhamento.

Pouca clareza sobre oportunidades paradas.

Prazos de estagnação e ações de avanço incorporados ao processo comercial.

Demonstrações e portfólio usados de forma pontual.

Showroom, vídeos, cases e provas sociais conectados à evolução da venda.

Estratégia comercial dispersa em diferentes materiais e práticas.

Processo consolidado em um handbook comercial e plano de execução.

  • A ATM Home passou a ter maior clareza sobre o que realmente vende: não apenas tecnologia, mas experiências de viver melhor.
  • A linguagem comercial passou a valorizar os benefícios percebidos pelo cliente.
  • O perfil de cliente ideal reduziu a dispersão em oportunidades orientadas apenas a preço.
  • O funil passou a contar com etapas, critérios de avanço e indicadores.
  • O pitch tornou a proposta mais simples, emocional e memorável.
  • Os canais de aquisição foram ampliados por meio de parcerias, eventos, networking e indicações.
  • A rotina comercial ganhou instrumentos práticos de acompanhamento.
  • Demonstrações, portfólio e provas sociais passaram a apoiar de forma mais direta o avanço das oportunidades.

 

RESUMINDO

  1. A ATM Home possuía uma solução técnica de alto valor, mas precisava traduzi-la em benefícios percebidos pelo cliente.
  2. O problema não era apenas gerar leads, mas estruturar uma venda consultiva capaz de atrair, qualificar e conduzir as oportunidades.
  3. A JointBee organizou proposta de valor, posicionamento, cliente ideal, pitch, funil, parcerias e rotina comercial.
  4. A transformação fez a empresa deixar de vender apenas automação para vender conforto, segurança, praticidade e experiências.
  5. O aprendizado central é que soluções técnicas ganham valor quando deixam de ser explicadas apenas por suas funcionalidades e passam a ser apresentadas pela mudança que proporcionam ao cliente.
Agende uma conversa sobre a sua empresa com um especialista JointBee.

Projeto Eikon | Estruturação de Processos, Posicionamento Premium e Experiência do Paciente

A EMPRESA

A Eikon é uma clínica odontológica especializada, com proposta de valor ligada à odontologia de alto padrão, excelência técnica, atendimento humanizado e experiência premium.

A clínica já possuía profissionais qualificados, boa reputação e uma intenção clara de oferecer uma experiência diferenciada. O desafio era fazer com que essa promessa fosse percebida pelo paciente em todos os pontos de contato: agendamento, recepção, consultório, comunicação, ambiente, pós-atendimento e resolução de imprevistos.

O projeto da JointBee conectou posicionamento, processos operacionais, protocolos de atendimento, desenvolvimento da equipe e dinâmica de gestão.

 

O PROBLEMA

A qualidade técnica da clínica era reconhecida, mas a experiência do paciente ainda dependia demais do comportamento individual de cada profissional.

Recepcionistas, auxiliares, dentistas e sócios podiam interpretar o padrão de atendimento de formas diferentes. Isso criava variações na pontualidade, no acolhimento, na comunicação, na preparação das salas, na condução de imprevistos e no pós-atendimento.

O problema não era falta de boa vontade ou competência. Faltava transformar a intenção de oferecer uma experiência premium em um sistema claro, treinável e repetível.

Sem protocolos, scripts, responsabilidades e rotinas de acompanhamento, a promessa da marca ficava vulnerável ao improviso e à memória das pessoas.

 

AS DORES

  • Diferenças no padrão de atendimento entre profissionais e consultórios.
  • Atrasos e dificuldades para prever o tempo real dos procedimentos.
  • Falta de fluxos claros para faltas, remarcações, encaixes e situações críticas.
  • Experiência do paciente ainda muito dependente de pessoas específicas.
  • Conhecimentos importantes mantidos apenas na memória da equipe.
  • Falta de clareza sobre o papel da supervisão entre recepção, auxiliares, dentistas e sócios.
  • Risco de a excelência técnica não ser acompanhada por uma experiência igualmente consistente.
  • Dificuldade para transformar problemas recorrentes em tarefas, responsáveis e planos de ação.
  • Falta de indicadores e ritos para acompanhar a qualidade do atendimento.
  • Risco de os protocolos virarem apenas documentos sem aplicação prática.
  • Necessidade de alinhar condutas individuais ao posicionamento coletivo da clínica.

 

O DESAFIO

Transformar a Eikon de uma clínica com excelência técnica e ambição premium em um sistema de experiência operável, treinável, auditável e capaz de evoluir.

Na prática, o desafio era garantir que o paciente percebesse a mesma promessa de valor em cada contato com a clínica:

  • Excelência técnica;
  • Cuidado humano;
  • Segurança;
  • Acolhimento;
  • Ambiente sofisticado;
  • Previsibilidade;
  • Atenção aos detalhes;
  • Continuidade após o atendimento.

Para isso, foi necessário integrar quatro frentes: posicionamento de marca, jornada do paciente, processos operacionais e dinâmica de gestão.

 

A TRANSFORMAÇÃO

Entrega

O que foi realizado

Diagnóstico da jornada do paciente

Leitura dos principais problemas de agenda, recepção, acolhimento, pontualidade, comunicação, consultório e pós-atendimento.

Escuta da equipe e dos sócios

Levantamento das percepções de auxiliares, recepção, supervisão e liderança para identificar falhas e oportunidades de melhoria.

Manual de protocolos, rotinas e scripts

Organização dos procedimentos de recepção, agendamento, preparação das salas, atendimento, cobrança, higienização, registros e pós-atendimento.

Five-Star Service Protocol

Criação de um padrão premium para ambientação, acolhimento, atendimento clínico, encantamento, biossegurança e continuidade da experiência.

Posicionamento estratégico da marca

Definição dos diferenciais e da promessa de odontologia de alto padrão com excelência técnica e atendimento humanizado.

Fluxos de atendimento e contingência

Formalização de procedimentos para atrasos, faltas, remarcações, encaixes, reclamações e outras situações críticas.

Definição do papel da supervisora

Estruturação do mandato, das responsabilidades, dos indicadores e das rotinas da supervisão operacional.

Ritos de gestão

Criação de reuniões, checklists, registros, planos de ação e rotinas diárias, semanais, mensais e trimestrais.

Validação prática com a equipe

Apresentação, teste, revisão e ajuste dos protocolos com participação das auxiliares e demais envolvidos.

Transferência da gestão para a clínica

Orientação aos sócios e à supervisão para manter os padrões, acompanhar a execução e realizar melhorias contínuas após o projeto.


RESULTADOS

A transformação fez com que o posicionamento premium deixasse de ser apenas uma intenção e passasse a orientar processos, comportamentos, responsabilidades e rotinas concretas.

ANTES

DEPOIS

Experiência do paciente dependente da interpretação individual de cada profissional.

Padrões explícitos de atendimento, acolhimento, comunicação e pós-atendimento.

Processos importantes mantidos na memória da equipe.

Manual com protocolos, scripts, checklists, fluxos e responsabilidades documentados.

Variações no atendimento entre consultórios e profissionais.

Maior padronização da experiência em diferentes pontos da jornada.

Falta de clareza sobre como agir em atrasos, faltas e remarcações.

Fluxos de contingência definidos para situações críticas.

Posicionamento premium concentrado na comunicação e na intenção da marca.

Posicionamento traduzido em ambiente, postura, atendimento, biossegurança e detalhes operacionais.

Supervisão com papel pouco formalizado.

Supervisora com mandato, responsabilidades, indicadores e rotinas definidos.

Problemas discutidos de forma pontual e subjetiva.

Ocorrências transformadas em registros, reuniões, planos de ação e acompanhamento.

Protocolos definidos principalmente pela liderança.

Equipe envolvida na construção, validação e adaptação dos padrões.

Qualidade avaliada com base em percepções individuais.

Base mais objetiva para discutir pontualidade, acolhimento, conduta e aderência aos padrões.

Risco de perda do padrão após o encerramento da consultoria.

Estrutura de governança criada para sustentar e evoluir a experiência.

  • A experiência premium passou a ter padrões claros de ambientação, acolhimento, atendimento, biossegurança e pós-atendimento.
  • A clínica reduziu a dependência de conhecimento informal e memória individual.
  • A equipe passou a compreender melhor o impacto de cada atividade na experiência do paciente.
  • A supervisão ganhou condições mais objetivas para orientar, corrigir e acompanhar a operação.
  • Os sócios passaram a contar com uma base comum para discutir qualidade, cultura e melhoria contínua.
  • A promessa da marca passou a estar mais conectada àquilo que o paciente realmente vivencia no dia a dia.


RESUMINDO

  1. A Eikon já possuía excelência técnica, reputação e ambição de oferecer uma experiência premium.
  2. O problema era que essa experiência ainda dependia demais da atuação individual das pessoas.
  3. A JointBee transformou a promessa de marca em protocolos, scripts, rotinas, responsabilidades e padrões concretos de atendimento.
  4. A equipe participou da validação do modelo, enquanto a supervisão recebeu mandato e instrumentos para proteger a experiência.
  5. O aprendizado central é que serviços premium não se sustentam apenas por qualidade técnica ou boa intenção. Eles precisam transformar excelência em sistema.
Agende uma conversa sobre a sua empresa com um especialista JointBee.

Projeto IMECA | Gestão Comercial, Canais, Rotinas e Planejamento de Crescimento

A EMPRESA

A IMECA é uma indústria metalúrgica que atua por diferentes canais comerciais, incluindo distribuidores, revendas, grandes contas, vendas internas, RCAs e representantes.

Ao longo de diferentes ciclos, a JointBee apoiou a empresa em planejamento comercial, definição de metas, desenvolvimento de distribuidores, estruturação da equipe, organização de rotinas, gestão de desempenho e preparação dos planos de crescimento.

O objetivo não era apenas aumentar as vendas. Era construir uma operação comercial mais previsível, organizada e menos dependente do esforço individual do gestor ou de alguns profissionais.


O PROBLEMA

Durante muito tempo, parte das vendas foi sustentada pelo histórico de relacionamento, pelos pedidos recorrentes e pelo movimento natural do mercado.

Quando esse cenário mudou, tornou-se necessário prospectar mais, recuperar clientes, desenvolver o mix, aproveitar melhor os canais e acompanhar a equipe com maior disciplina.

A IMECA precisava transformar metas comerciais em atividades controláveis, responsabilidades claras e rotinas capazes de fazer a venda avançar durante o mês — e não apenas explicar o resultado depois do fechamento.


AS DORES

  • Estratégias pouco diferenciadas para distribuidores, revendas, grandes clientes, RCAs e vendas internas.
  • Baixa previsibilidade em canais dependentes de pedidos recorrentes e relacionamentos informais.
  • Dificuldade para transformar metas anuais em planos por cliente, canal, vendedor, categoria e região.
  • Distribuidores e revendas com potencial, mas sem planos de negócios, metas, contrapartidas e acompanhamento suficientes.
  • Necessidade de recuperar clientes, ampliar a base ativa e desenvolver clientes de menor participação.
  • Portfólio amplo, mas com oportunidades de crescimento de mix ainda pouco aproveitadas.
  • Papéis pouco claros entre vendas, marketing, planejamento, suporte comercial e SAC.
  • Gestor sobrecarregado, centralizando decisões e acompanhamentos.
  • Indicadores concentrados no faturamento final, com pouco controle sobre as atividades que produziam o resultado.
  • Planejamento ainda muito apoiado em percepções e pouco transformado em rotina prática de execução.


O DESAFIO

Construir uma gestão comercial capaz de organizar canais, clientes, representantes, vendedores internos, distribuidores, revendas e categorias dentro de um único sistema de crescimento.

Na prática, o desafio era substituir uma lógica baseada em cobrança, esforço individual e reação ao mercado por uma gestão orientada por:

  • Dados;
  • Potencial;
  • Metas;
  • Produtividade;
  • Planos de ação;
  • Definição de responsabilidades;
  • Acompanhamento;
  • Desenvolvimento da equipe.


A TRANSFORMAÇÃO

Entrega

O que foi realizado

Planejamento comercial

Estruturação de metas, planos de ação, rotinas de revisão e estratégias específicas para distribuidores, revendas e demais canais.

Árvore de produtividade

Conexão entre faturamento, número de pedidos, clientes atendidos, frequência de compra, ticket médio, itens por pedido e valor dos produtos.

Plano de negócios com parceiro estratégico

Construção de JBP com metas, responsáveis, treinamento, acompanhamento e desenvolvimento da atuação comercial conjunta.

Estratégia de canais

Organização do esforço comercial conforme tipo de cliente, canal, objetivo e política comercial.

Diagnóstico comercial

Leitura das dificuldades percebidas pela equipe em temas como preço, prazo, entrega, distribuidores, mix, fidelização e recuperação de clientes.

Estrutura organizacional

Organização dos papéis da direção comercial, planejamento, gestão de vendas, marketing, vendas internas, RCAs, SAC e suporte comercial.

Descrição de cargos

Formalização das responsabilidades do gerente de vendas e da coordenação de marketing.

Rotina de gestão comercial

Implantação de metas crucialmente importantes, indicadores de direção, placares, check-ins e reuniões de acompanhamento.

Devolutivas de desempenho

Análise individual de vendedores e representantes, com identificação de pontos de atenção e planos de ação.

Planejamento orientado por dados

Análise de clientes, estados, canais, RCAs, famílias de produtos e oportunidades para apoiar metas e prioridades comerciais.

As entregas foram desenvolvidas em diferentes ciclos, acompanhando a evolução da empresa e o surgimento de novos desafios de gestão, estrutura, canais e execução.


RESULTADOS

A transformação tornou a gestão comercial mais estruturada, analítica e orientada à execução. O planejamento passou a conectar metas, canais, clientes, produtividade, responsabilidades e rotinas de acompanhamento.

ANTES

DEPOIS

Planejamento concentrado principalmente na meta final de faturamento.

Planejamento desdobrado por canal, cliente, vendedor, RCA, frequência, ticket, mix e produtividade.

Vendas dependentes do histórico de relacionamento, de pedidos recorrentes e do movimento natural do mercado.

Maior orientação para prospecção, recuperação de clientes, desenvolvimento da carteira e aproveitamento do potencial comercial.

Distribuidores e revendas tratados principalmente como compradores.

Distribuidores e revendas tratados como parceiros de desenvolvimento, com metas, ações, responsabilidades e acompanhamento.

Metas anuais com pouca conexão com as atividades realizadas durante o mês.

Metas transformadas em indicadores de direção, planos de ação e compromissos periódicos de execução.

Rotinas comerciais pouco padronizadas e muito dependentes da iniciativa do gestor.

Fóruns, check-ins, placares, reuniões de acompanhamento e responsabilidades formalmente definidos.

Gestor sobrecarregado e centralizando decisões, cobranças e correções.

Liderança apoiada por instrumentos de gestão, coaching individual e maior responsabilização da equipe.

Papéis pouco claros entre vendas, planejamento, marketing, SAC e suporte comercial.

Cargos, atribuições e responsabilidades mais bem definidos entre as áreas.

Avaliação de desempenho baseada em percepções gerais e no resultado final.

Análises individuais capazes de identificar queda de clientes ativos, pouca prospecção, baixa aplicação de campanhas e dificuldades na ativação de lançamentos.

Dados comerciais analisados de forma fragmentada.

Planejamento mais analítico, cruzando informações por cliente, estado, canal, RCA, produtividade, família de produtos e oportunidade.

Correções realizadas principalmente após o fechamento do período.

Maior capacidade de identificar desvios e corrigir a execução antes do fechamento do mês.

  • O planejamento comercial deixou de ser apenas uma definição de metas e passou a explicar quais alavancas deveriam ser trabalhadas para produzir o resultado.
  • A liderança passou a contar com metas prioritárias, indicadores de direção, placares, check-ins e reuniões de coaching.
  • A definição dos cargos reduziu ambiguidades entre vendas, planejamento, marketing, suporte comercial e SAC.
  • As análises de desempenho trouxeram mais objetividade para os feedbacks e planos de ação de vendedores e representantes.
  • A gestão ganhou melhores condições para transformar dados em prioridades, prioridades em rotina e rotina em execução.


RESUMINDO

  1. A IMECA possuía diferentes canais, clientes e profissionais comerciais, mas precisava integrá-los em um sistema de gestão mais claro.
  2. Quando as vendas deixaram de acontecer com a mesma facilidade, tornou-se necessário substituir a dependência do mercado por prospecção, planejamento e acompanhamento.
  3. O problema não estava apenas na meta final, mas na falta de controle sobre as atividades que produziam o resultado.
  4. A JointBee apoiou a empresa na estruturação de canais, metas, árvore de produtividade, papéis, rotinas, indicadores e desenvolvimento da liderança.
  5. O aprendizado central é que crescimento comercial sustentável acontece quando potencial vira prioridade, prioridade vira rotina e rotina vira execução.
Agende uma conversa sobre a sua empresa com um especialista JointBee.

Projeto Tricard | Aceleração Comercial, Trade Marketing, PDV e Governança de Campo

A EMPRESA

A Tricard atua em um modelo comercial integrado ao varejo, no qual o desempenho do cartão depende da capacidade de ativá-lo dentro das lojas, junto a gerentes, equipes de atendimento, promotores, compradores, marketing dos varejistas e consumidores finais.

Nesse contexto, o resultado não depende apenas da existência do produto financeiro. Depende da forma como ele é apresentado, promovido e utilizado para gerar fluxo, frequência, ticket e vendas no ponto de venda.

O projeto da JointBee combinou diagnóstico de campo, reuniões estratégicas, estruturação de processos e revisão dos papéis entre Comercial, Trade Marketing, Marketing, Planejamento, Inteligência e canais de atendimento.

 

O PROBLEMA

Os gerentes comerciais eram responsáveis por desenvolver os varejistas e gerar crescimento, mas grande parte do seu tempo era consumida por demandas operacionais.

Problemas relacionados a cartão, senha, chip, biometria, fatura, atendimento e suporte às lojas chegavam diretamente aos gerentes, principalmente por WhatsApp.

Com isso, profissionais estratégicos acabavam atuando como resolvedores de problemas, com menos tempo para:

  • Construir planos comerciais;
  • Negociar campanhas;
  • Capacitar as equipes das lojas;
  • Acompanhar a execução no PDV;
  • Analisar resultados;
  • Prestar contas ao varejista;
  • Desenvolver novas oportunidades.

Ao mesmo tempo, o cartão ainda era apresentado muitas vezes como produto financeiro, enquanto o lojista precisava compreendê-lo como uma ferramenta para gerar promoções, fluxo e vendas.

 

AS DORES

  • Gerentes comerciais sobrecarregados por demandas que deveriam ser direcionadas a canais de atendimento e suporte.
  • Baixa confiança dos lojistas nos canais digitais e remotos.
  • Processos pouco documentados e dependentes do conhecimento individual.
  • Visitas comerciais sem padronização suficiente de agenda, objetivos e registros.
  • Apresentações muito focadas no cartão e pouco conectadas aos objetivos do varejista.
  • Falta de dashboards simples para conversar sobre faturamento, emissão, ativação, ticket e retorno das ações.
  • Trade Marketing ainda sem todos os instrumentos necessários para apoiar a execução em loja.
  • Pouca integração entre Planejamento, Inteligência, Trade, Marketing e Comercial.
  • Necessidade frequente de capacitar equipes de loja devido ao turnover no varejo.
  • Diferentes perfis de clientes recebendo modelos de atendimento muito semelhantes.
  • Risco de avaliar a equipe de campo apenas pelo custo, sem considerar seu papel na geração de demanda.
  • Necessidade de separar claramente suporte operacional e desenvolvimento comercial.


O DESAFIO

Estruturar um novo modelo de aceleração comercial capaz de conectar a estratégia da Tricard à execução dentro das lojas.

Na prática, o desafio era transformar:

  • o cartão em uma plataforma promocional e comercial para o varejista;
  • o gerente de campo em gestor de projetos de crescimento no PDV;
  • o Trade Marketing em fornecedor de campanhas, materiais e ferramentas de execução;
  • os canais remotos em estruturas confiáveis para absorver demandas operacionais;
  • os dados em instrumentos simples para planejar, acompanhar e prestar contas;
  • a base de clientes em segmentos com diferentes níveis de atendimento.

O objetivo era permitir que cada área soubesse claramente o que deveria planejar, produzir, executar, acompanhar e corrigir.

 

A TRANSFORMAÇÃO

Entrega

O que foi realizado

Diagnóstico de campo

Visitas e análises em lojas para entender como o cartão era percebido e utilizado por lojistas, gerentes, equipes e consumidores.

Revisão da proposta de valor

Reposicionamento do cartão como ferramenta promocional capaz de gerar fluxo, frequência, ticket, fidelização e vendas para o varejista.

Diagnóstico da operação comercial

Mapeamento dos gargalos de produtividade, suporte, implantação, ativação, rotina de campo e sobrecarga dos gerentes.

Redefinição do papel do gerente

Posicionamento do gerente como gestor de projeto comercial no PDV, responsável por planos, campanhas, capacitação, auditoria, acompanhamento e prestação de contas.

Liturgia de planejamento e acompanhamento

Desenho de ciclos trimestrais de planejamento, validação com lojistas, execução mensal, revisão de resultados e correção de rota.

Integração com Trade Marketing

Definição do papel de Trade na criação de campanhas, materiais, incentivos, ferramentas, cardápios de ações e apoio à execução.

Organização dos papéis entre áreas

Clareza sobre as responsabilidades de Comercial, Trade, Marketing, Planejamento, Inteligência e canais remotos.

Melhoria dos canais de atendimento

Recomendações para fortalecer canais de suporte e direcionar demandas operacionais para estruturas mais adequadas.

Canal de Ativação Digital

Estruturação de um canal remoto voltado a campanhas, auditorias, ativação de lojas menores e apoio aos gerentes de campo.

Segmentação da base de clientes

Diferenciação dos modelos de atendimento conforme potencial, porte, complexidade e necessidade de presença física.

Ferramentas de gestão e execução

Indicação de dashboards, checklists, registros fotográficos, apresentações padrão e ferramentas centralizadas para acompanhar a operação.

 

RESULTADOS

A transformação ajudou a separar com mais clareza o trabalho operacional do trabalho comercial e criou uma base mais estruturada para desenvolver os varejistas.

ANTES

DEPOIS

Gerentes comerciais consumidos por problemas operacionais das lojas.

Gerentes direcionados para planejamento, campanhas, execução, relacionamento e crescimento no PDV.

Cartão apresentado principalmente como produto financeiro.

Cartão reposicionado como ferramenta promocional e de geração de vendas para o varejista.

Visitas dependentes da experiência e iniciativa de cada profissional.

Rotinas de campo apoiadas por planos, checklists, objetivos e registros.

Pouca clareza sobre as responsabilidades das áreas.

Papéis mais definidos entre Comercial, Trade, Marketing, Planejamento, Inteligência e suporte.

Trade Marketing com atuação ainda em estruturação.

Trade integrado ao comercial por meio de campanhas, materiais, incentivos e instrumentos de execução.

Demandas operacionais chegando diretamente aos gerentes.

Fortalecimento dos canais remotos para absorver suporte e liberar tempo estratégico do campo.

Clientes tratados com intensidade de atendimento semelhante.

Base segmentada conforme potencial e necessidade de atendimento presencial, remoto ou autosserviço.

Dados dispersos e pouco utilizados nas conversas com lojistas.

Dashboards e apresentações mais simples para discutir desempenho, ações e resultados.

Planejamento e execução tratados como momentos separados.

Ciclos trimestrais e mensais conectando plano, campanha, execução, acompanhamento e prestação de contas.

Núcleo digital associado principalmente a suporte remoto.

Canal de Ativação Digital orientado a campanhas, ativação comercial e gestão de carteiras.

Produtividade avaliada com forte foco em quantidade e custo da equipe.

Produtividade discutida também a partir de processo, ferramentas, segmentação e resultado gerado no canal.

Relação com o lojista concentrada em produto e atendimento.

Relação orientada a projetos comerciais de crescimento e resultado mensurável no varejo.

  • O papel do gerente foi reposicionado de resolvedor de problemas para gestor de projetos comerciais no PDV.
  • A proposta de valor passou a conversar melhor com os objetivos reais do varejista.
  • Trade Marketing ganhou um papel mais estratégico na execução comercial.
  • A segmentação permitiu adaptar o nível de atendimento ao potencial de cada cliente.
  • Os canais remotos passaram a ser tratados como condição para aumentar a produtividade da equipe de campo.
  • O Canal de Ativação Digital criou uma alternativa de escala para campanhas, auditorias e desenvolvimento remoto.
  • A liderança passou a contar com uma base mais clara para defender o valor da atuação comercial dentro das lojas.
  • O projeto criou condições para testar o novo modelo por meio de pilotos, planos trimestrais, revisões mensais e prestação de contas.

 

RESUMINDO

  1. A Tricard dependia da execução no varejo para transformar o cartão em vendas, frequência e relacionamento com os consumidores.
  2. Os gerentes comerciais trabalhavam muito, mas parte relevante do tempo era consumida por suporte e demandas operacionais.
  3. A JointBee ajudou a reposicionar o cartão como ferramenta promocional e o gerente como gestor de projetos comerciais no PDV.
  4. O projeto conectou papéis, Trade Marketing, dados, canais remotos, segmentação, ferramentas e rotinas de acompanhamento.
  5. O aprendizado central é que equipes de campo geram mais valor quando deixam de apagar incêndios e passam a desenvolver o canal com método, foco e prestação de contas.
Agende uma conversa sobre a sua empresa com um especialista JointBee.

Projeto Uberpharma | Estruturação e Desenvolvimento Comercial

A EMPRESA

A Uberpharma é uma indústria do segmento farmacêutico e de produtos naturais, com atuação comercial apoiada em representantes, distribuidores e varejo farma.

A empresa possuía portfólio, parceiros comerciais, campanhas e mercado potencial. Entretanto, o crescimento ainda apresentava forte dependência do canal indireto e baixa previsibilidade sobre o que acontecia depois da venda para o distribuidor.

O projeto conduzido pela JointBee teve como foco estruturar o sistema comercial, melhorar a gestão do modelo atual e criar uma nova alternativa de desenvolvimento de mercado orientada por sell-out, execução no ponto de venda, positivação, mix e recompra.


O PROBLEMA

A Uberpharma concentrava parte relevante da gestão comercial no sell-in, ou seja, na venda realizada para distribuidores e intermediários.

Esse acompanhamento mostrava quanto o canal comprava, mas não oferecia clareza suficiente sobre quanto estava sendo efetivamente vendido para as farmácias e consumidores.

A empresa precisava compreender melhor:

  • Quais produtos realmente giravam;
  • Quais farmácias compravam com recorrência;
  • Onde havia ruptura;
  • Quais itens ampliavam o mix;
  • Quais campanhas geravam resultado incremental;
  • Como representantes e distribuidores contribuíam para o desenvolvimento do mercado.

O problema central não era apenas vender mais para o distribuidor. Era fazer os produtos serem encontrados, compreendidos, expostos, vendidos e recomprados no ponto de venda.


AS DORES

  • Forte dependência de representantes e distribuidores para gerar vendas e desenvolver mercado.
  • Baixa visibilidade sobre sell-out, positivação, recorrência, mix, ruptura e recompra.
  • Gestão comercial concentrada em faturamento e pedidos.
  • Poucos indicadores para antecipar resultados e corrigir a execução.
  • Distribuidores atuando mais como operadores de compra, estoque e entrega do que como desenvolvedores de demanda.
  • Representantes com atuação predominantemente transacional.
  • Falta de padronização das rotinas, registros e evidências de execução.
  • Campanhas realizadas sem comprovação suficiente de aplicação no ponto de venda.
  • Dificuldade para medir o retorno incremental das verbas comerciais.
  • Faturamento concentrado em poucos produtos, clientes e distribuidores.
  • Portfólio amplo, mas com pouca clareza sobre produtos prioritários e abridores de mercado.
  • Dados comerciais incompletos ou pouco estruturados para análises mensais.
  • Risco de expansão sem prova de recompra e sem modelo replicável.


O DESAFIO

Construir um sistema comercial capaz de preservar e melhorar a operação atual, ao mesmo tempo em que testava um novo modelo de crescimento.

A JointBee organizou o desafio em dois movimentos complementares:

Motor 1: fortalecer a estrutura comercial existente, tornando-a mais disciplinada, mensurável e orientada à execução.

Motor 2: testar um novo modelo de desenvolvimento de mercado, com maior atuação sobre o sell-out, o PDV, a geração de demanda e a recompra.

Na prática, o desafio era transformar:

  • O distribuidor de cliente final em plataforma de abastecimento e desenvolvimento;
  • O representante de negociador de pedidos em agente de execução;
  • A campanha isolada em instrumento de geração de demanda;
  • O faturamento final em consequência de indicadores intermediários;
  • A expansão por pressão em crescimento orientado por pilotos, dados e aprendizado.


A TRANSFORMAÇÃO

Entrega

O que foi realizado

Diagnóstico comercial

Análise do modelo de canal, distribuidores, representantes, produtos, dados, indicadores e nível de previsibilidade da operação.

Perguntas estratégicas do projeto

Definição dos mercados, produtos, distribuidores, regiões e indicadores que deveriam orientar as decisões comerciais.

Priorização comercial

Identificação da necessidade de trabalhar com poucos SKUs prioritários, parceiros estratégicos e territórios selecionados.

Estruturação do Motor 1

Organização de melhorias no modelo atual, com foco em rotina, campanhas, acompanhamento de representantes e indicadores de execução.

Estruturação do Motor 2

Desenvolvimento conceitual de um novo modelo baseado em sell-out, atuação no PDV, geradores de demanda e distribuidores como plataforma operacional.

Árvore de produtividade

Ampliação da gestão para indicadores como positivação, mix, ruptura, exposição, recorrência, recompra e sell-out.

Gestão de campanhas

Revisão da lógica de campanhas, incorporando metas, execução, evidências, retorno e aprendizado.

Modelo de piloto controlado

Recomendação de iniciar o Motor 2 com poucos produtos, regiões e parceiros, com alto controle dos dados.

Preparação do JBP

Análise das informações do distribuidor, oportunidades regionais, desempenho de campanhas, sell-in, sell-out, estoque e giro.

Joint Business Plan

Construção de plano conjunto com distribuidor estratégico, contemplando metas, carteira, regiões, curva ABC, estoque, giro e acompanhamento mensal.

Implementação assistida

Criação de uma base metodológica para continuidade do projeto, desenvolvimento da liderança e correção de rota.


RESULTADOS

A transformação mudou a forma como a empresa interpretava o crescimento comercial. A discussão deixou de se limitar ao volume vendido para o distribuidor e passou a considerar o giro real dos produtos no mercado.

ANTES

DEPOIS

Gestão concentrada na venda para distribuidores.

Gestão orientada também ao giro dos produtos nas farmácias.

Distribuidor tratado como principal cliente da indústria.

Distribuidor tratado como plataforma operacional de estoque, faturamento e entrega.

Representante focado principalmente na negociação de pedidos.

Representante orientado também à positivação, exposição, mix e recompra.

Faturamento utilizado como principal referência de desempenho.

Indicadores intermediários utilizados para influenciar o resultado futuro.

Campanhas enviadas ao canal com pouco controle sobre a execução.

Campanhas associadas a público, meta, mecânica, evidências e avaliação de retorno.

Portfólio trabalhado de forma ampla e dispersa.

Priorização de SKUs estratégicos e produtos abridores de mercado.

Dados analisados de forma acumulada ou incompleta.

Necessidade formalizada de dados mensais por cliente, produto, região e representante.

Crescimento apoiado em pressão comercial e condições de pedido.

Crescimento associado à geração de demanda, execução e recompra.

Mudança do modelo tratada como uma transformação ampla.

Novo modelo testado por meio de piloto controlado e aprendizado progressivo.

Negociação com distribuidor concentrada em pedidos e condições.

Construção de JBP orientado por giro, metas, prioridades e acompanhamento.

Canal indireto visto principalmente como carteira de compradores.

Canal indireto compreendido como uma arquitetura comercial a ser gerida.

Pouca clareza sobre o papel do modelo atual e do modelo futuro.

Motor 1 preservando e melhorando o presente, enquanto o Motor 2 testa o futuro.

  • A empresa passou de uma leitura genérica de “precisamos vender mais” para uma discussão sobre giro, positivação, mix e recompra.
  • O canal indireto passou a ser analisado como um sistema, e não apenas como uma lista de distribuidores.
  • O Motor 1 ganhou uma agenda de melhoria baseada em acompanhamento, campanhas, indicadores e aprendizado de campo.
  • O Motor 2 passou a funcionar como laboratório controlado para testar uma nova forma de desenvolver mercado.
  • O JBP transformou dados do distribuidor em metas, prioridades, planos de execução e acompanhamento mensal.
  • A liderança passou a utilizar uma linguagem comercial mais precisa sobre sell-in, sell-out, ruptura, exposição, estoque e retorno de campanha.
  • O projeto criou condições para desenvolver o mercado com maior controle, disciplina e capacidade de replicação.


RESUMINDO

  1. A Uberpharma possuía produtos, distribuidores e mercado potencial, mas tinha baixa visibilidade sobre o giro real no ponto de venda.
  2. O problema não era apenas vender para o canal, mas garantir que o canal conseguisse vender, recomprar e desenvolver o mercado.
  3. A JointBee estruturou dois movimentos: melhorar o modelo comercial existente e testar um novo modelo orientado por sell-out.
  4. O trabalho conectou priorização de produtos, indicadores, campanhas, execução no PDV, pilotos e planejamento conjunto com distribuidores.
  5. O aprendizado central é que vender para o distribuidor não significa necessariamente desenvolver mercado. O crescimento sustentável começa quando o pedido se transforma em giro e recompra.
Agende uma conversa sobre a sua empresa com um especialista JointBee.

Projeto Erlan | Reestruturação Comercial, Estratégia de Canais, Produtividade e Aceleração de Categorias

A EMPRESA

A Erlan é uma indústria de alimentos com atuação no mercado de candies, chocolates e produtos de maior valor agregado, atendendo diferentes canais em âmbito nacional.

Sua operação comercial envolve distribuidores, atacadistas, atacarejos, doceiros, supermercados, varejo alimentar, farmácias, grandes contas, canais digitais, representantes comerciais, supervisores, gestores de contas e promotores.

A empresa já possuía presença de mercado, portfólio diversificado, estrutura produtiva e uma extensa rede comercial. O projeto da JointBee teve como foco reorganizar essa complexidade em um sistema mais claro de canais, papéis, metas, incentivos, desenvolvimento de clientes e aceleração de categorias estratégicas.

 

O PROBLEMA

A Erlan precisava ampliar a produtividade comercial e reduzir a dependência de um modelo apoiado principalmente na atuação individual dos representantes e no histórico de vendas.

A operação atendia canais com características muito diferentes, mas ainda necessitava de maior clareza sobre quem deveria atender cada perfil de cliente, quais objetivos deveriam orientar cada canal e como as políticas comerciais, promocionais e de investimentos deveriam funcionar.

As metas também eram fortemente construídas a partir do histórico e das necessidades internas, com menor incorporação de fatores como potencial de mercado, áreas pouco exploradas, desenvolvimento de categorias, base ativa, mix e oportunidades regionais.

Além disso, produtos de maior margem e valor agregado, como o Toffee Bombom, apresentavam penetração abaixo do seu potencial. Isso exigia uma atuação integrada de posicionamento, portfólio, comunicação, cobertura de mercado, treinamento, sell-in e sell-out.

 

AS DORES

  • Estrutura comercial ampla, com necessidade de maior clareza entre canais diretos, indiretos e grandes contas.
  • Sobreposição de responsabilidades entre gerentes, supervisores, gestores de contas, RCAs e promotores.
  • Dependência de representantes comerciais para desenvolver regiões e clientes.
  • Diferentes níveis de produtividade entre equipes, territórios e profissionais.
  • Metas muito apoiadas no histórico, sem leitura suficiente de áreas brancas e potencial de mercado.
  • Política de remuneração com indicadores nem sempre controláveis diretamente pelo supervisor.
  • Comissionamento com risco de favorecer produtos menos rentáveis.
  • Falta de maior conexão entre remuneração, clientes atendidos, mix e execução comercial.
  • Distribuidores tratados principalmente como compradores, e não como plataformas de desenvolvimento de mercado.
  • Verbas de sell-out utilizadas com necessidade de maior direcionamento para geração incremental de negócios.
  • Grandes clientes sem planos de negócios suficientemente estruturados.
  • Falta de política comercial totalmente integrada entre preço, desconto, promoção, margem e autonomia de negociação.
  • Canais com necessidades distintas de produtos, embalagens, abordagem e suporte.
  • Regiões com potencial, mas enfrentando desafios de cobertura, logística e tempo de entrega.
  • Produtos de maior valor agregado com baixa penetração frente à capacidade produtiva e à oportunidade de margem.
  • Toffee Bombom sem uma categoria de mercado claramente definida e com identidade comercial pouco diferenciada.
  • Necessidade de conectar desenvolvimento de produtos, Marketing, Trade e Vendas.
  • Canais digitais ainda com potencial de expansão B2B e B2C.

 

O DESAFIO

Construir uma arquitetura comercial capaz de organizar canais, estrutura, pessoas, metas, produtos, clientes e investimentos dentro de uma mesma lógica de crescimento.

Na prática, o desafio era transformar:

  • representantes em profissionais mais orientados a carteira, produtividade e planos de negócio;
  • supervisores em gestores de potencial, clientes, mix e execução;
  • distribuidores em parceiros de cobertura e geração de demanda;
  • grandes contas em projetos comerciais acompanhados por metas e contrapartidas;
  • remuneração variável em instrumento de direcionamento do comportamento;
  • políticas de preço e promoção em regras coerentes por segmento;
  • produtos de maior valor agregado em categorias prioritárias de crescimento;
  • Toffee Bombom em uma proposta distinta de “caramelo com chocolate”;
  • Marketing e Trade em estruturas conectadas à execução comercial;
  • áreas pouco atendidas em planos de expansão apoiados por distribuidores, operadores logísticos e novos formatos de cobertura.

O objetivo era aumentar a produtividade, melhorar a qualidade do crescimento e reduzir a dependência de canais, profissionais ou produtos específicos.

 

A TRANSFORMAÇÃO

Entrega

O que foi realizado

Diagnóstico da estrutura comercial

Análise dos canais, supervisores, RCAs, promotores, gestores de contas, Trade Marketing, planejamento, categorias e suporte comercial.

Estratégia comercial por canal

Diferenciação dos objetivos e modelos de atuação para supermercados, distribuidores, farmácias, atacadistas, atacarejos, doceiros e grandes contas.

Redesenho da estrutura organizacional

Organização dos papéis de gerência comercial, gerências por canal, supervisores, gestores de contas, promotores, RCAs e estruturas de apoio.

Divisão territorial da operação

Organização das áreas de responsabilidade e discussão dos modelos de cobertura por regiões e estados.

Evolução do papel dos RCAs

Direcionamento para uma atuação mais próxima de gestão de contas, carteira, mix, positivação e planos comerciais por cliente.

Definição do papel dos supervisores

Foco em revisão de rotas, aproveitamento de mercado, acompanhamento de pedidos, desenvolvimento dos RCAs e produtividade comercial.

Árvore de produtividade

Organização do resultado a partir de indicadores como clientes atendidos, frequência, mix, volume e valor médio.

Metas por canal e profissional

Construção de uma lógica de metas conectada ao potencial de clientes, regiões, categorias e equipes.

Revisão da remuneração variável

Redução da dependência de indicadores fora do controle direto dos supervisores e maior peso para produtividade comercial.

Aceleradores de desempenho

Incorporação de clientes atendidos, mix positivado, crescimento regional e campanhas prioritárias à lógica de incentivo.

Revisão do comissionamento

Análise das distorções entre comissão, rentabilidade dos produtos, desconto, margem e comportamento esperado no campo.

Política comercial

Estruturação conceitual das regras de preço, tabelas por segmento, descontos, política promocional e alçadas de decisão.

Planos de negócios com clientes

Priorização de clientes estratégicos, metas de sell-in, produtividade, mix, treinamento, incentivos e acompanhamento.

JBP com grandes contas e distribuidores

Construção de planos para transformar investimentos comerciais em crescimento, positivação e sell-out.

Plano com parceiro atacadista

Estruturação de ações de reativação, combos, amostras, treinamento de RCAs, materiais de apoio e incentivos à positivação.

Plano de expansão por distribuidores

Criação de pilotos e critérios para ampliar a cobertura nacional por meio de distribuidores e parceiros logísticos.

Desenvolvimento de áreas brancas

Avaliação de regiões pouco atendidas, substituição de RCAs improdutivos, transportadoras, brokers e operadores logísticos.

Estratégia para canais digitais

Inclusão de marketplace, e-commerce B2C, e-commerce B2B e apoio remoto na nova arquitetura comercial.

Estratégia de categorias

Organização do portfólio por públicos, canais, proposta de valor, preço e potencial de rentabilidade.

Desenvolvimento de produtos de valor agregado

Exploração de categorias infantis, funcionais, licenciadas, energéticas e produtos voltados a ocasiões específicas de consumo.

Business Plan Toffee Bombom

Diagnóstico das causas da baixa penetração e construção de plano integrado de reposicionamento, expansão de linha e aceleração comercial.

Novo posicionamento do Toffee Bombom

Proposta de ocupar uma categoria própria, baseada na união entre caramelo e chocolate.

Plano de expansão da linha Toffee Bombom

Avaliação de extensões como barras, wafer, pasta, sorvete e outros produtos relacionados.

Plano de comunicação e embalagem

Diretrizes para público-alvo, proposta única de valor, mensagem, mídia, retrofit e comunicação da linha.

Plano de sell-in e sell-out

Integração entre campanhas, distribuidores, RCAs, treinamento, PDVs prioritários, positivação e giro.

Revisão do planejamento estratégico

Alinhamento das decisões de estrutura, categorias, produtos, identidade de marca e prioridades comerciais.

 

RESULTADOS

A transformação criou uma visão mais integrada da operação comercial, conectando estrutura, canais, produtividade, remuneração, clientes estratégicos e desenvolvimento de produtos.

ANTES

DEPOIS

Estrutura comercial organizada principalmente por profissionais e regiões.

Estrutura redesenhada também pela lógica dos canais e dos objetivos de cada mercado.

Papéis com risco de sobreposição entre gerentes, supervisores, RCAs e gestores de contas.

Responsabilidades mais claras para liderança, gestão de contas, campo, promoção e suporte.

RCAs orientados principalmente à geração de pedidos.

Evolução para atuação baseada em carteira, clientes atendidos, mix, potencial e planos de negócio.

Supervisores avaliados por indicadores parcialmente fora de seu controle.

Indicadores mais próximos das atividades que os supervisores podem influenciar.

Metas construídas principalmente com base no histórico.

Metas incorporando produtividade, mercado, oportunidades regionais e categorias.

Remuneração variável com forte peso em indicadores finais.

Incentivos mais conectados a clientes, mix, campanhas e desempenho regional.

Comissões com risco de favorecer produtos de menor rentabilidade.

Revisão da coerência entre comissão, margem, categoria e estratégia comercial.

Canais diferentes tratados por uma lógica comercial semelhante.

Objetivos, papéis, políticas e abordagens diferenciados por canal.

Distribuidores vistos principalmente como compradores.

Distribuidores tratados como estruturas de cobertura, positivação e desenvolvimento do varejo.

Verbas comerciais orientadas ao cumprimento de volumes mínimos.

Investimentos direcionados também à expansão, treinamento, ativação e geração de novos negócios.

Grandes clientes acompanhados principalmente pelo faturamento.

Clientes prioritários organizados por planos de negócios, metas, contrapartidas e execução.

Regiões pouco atendidas dependentes da disponibilidade de RCAs.

Avaliação de distribuidores, brokers, logística e novos formatos de cobertura.

Política de preço e promoção com diferentes níveis de interpretação.

Modelo conceitual com tabelas por segmento, alçadas, preço promocional e governança.

Marketing e Vendas atuando em frentes com risco de desconexão.

Marketing responsável pelo planejamento e Vendas pela execução, com maior integração entre as áreas.

Portfólio tratado predominantemente pela lógica histórica dos produtos.

Categorias organizadas por público, canal, valor agregado e oportunidade de crescimento.

Toffee Bombom com baixa penetração e identidade pouco clara.

Produto reposicionado em torno da categoria “caramelo com chocolate”.

Linha Toffee Bombom reduzida para negociar presença e espaço.

Plano de extensão de linha com novas apresentações e possibilidades de produtos.

Comunicação concentrada em um perfil tradicional de consumidor.

Direcionamento para ampliar o alcance, atualizar a linguagem e atrair novos públicos.

Venda do Toffee Bombom dependente do esforço comercial existente.

Plano integrado com rebranding, comunicação, distribuidores, RCAs, PDV e sell-out.

Desenvolvimento de produtos baseado em iniciativas relativamente separadas.

Portfólio avaliado por aderência estratégica, público, rentabilidade, viabilidade e canal.

  • A Erlan ganhou uma leitura mais clara dos papéis de cada canal dentro da estratégia comercial.
  • A estrutura passou a ser discutida a partir da produtividade e do aproveitamento de mercado, e não apenas da divisão territorial.
  • Os indicadores de remuneração foram aproximados das atividades que cada profissional consegue influenciar.
  • Clientes estratégicos passaram a ser tratados por meio de planos, metas, investimentos, contrapartidas e acompanhamento.
  • Os distribuidores ganharam maior relevância como instrumentos de expansão, cobertura e desenvolvimento do varejo.
  • A discussão sobre áreas brancas passou a envolver viabilidade logística, parceiros, cobertura e produtividade.
  • Marketing, Comercial, Trade, Produtos e Diretoria passaram a compartilhar uma agenda mais integrada de crescimento.
  • Produtos de maior valor agregado foram incorporados como prioridade para melhorar rentabilidade e utilização da capacidade produtiva.
  • O Toffee Bombom recebeu uma estratégia própria de posicionamento, portfólio, comunicação e aceleração comercial.
  • A empresa passou a contar com uma base metodológica para testar novos modelos antes de replicá-los nacionalmente.

 

RESUMINDO

  1. A Erlan possuía estrutura produtiva, presença nacional, portfólio e uma ampla rede comercial, mas precisava organizar melhor sua complexidade.
  2. O problema não estava apenas em vender mais, mas em definir como cada canal, profissional, investimento e categoria deveria contribuir para o crescimento.
  3. A JointBee apoiou o redesenho da estrutura comercial, dos papéis, das metas, dos indicadores, da remuneração e dos planos com clientes e distribuidores.
  4. O trabalho também integrou Marketing, Vendas e desenvolvimento de produtos para acelerar categorias de maior valor agregado, especialmente o Toffee Bombom.
  5. O aprendizado central é que uma indústria com múltiplos canais cresce melhor quando transforma estrutura, portfólio e cobertura de mercado em um sistema integrado de produtividade e execução.
Agende uma conversa sobre a sua empresa com um especialista JointBee.

Projeto Croques | Estruturação Comercial, Canais, Trade Marketing, Precificação e Governança de Crescimento

A EMPRESA

A Croques é uma indústria de alimentos com atuação no varejo alimentar, supermercados, atacarejos, distribuidores e outros canais de comercialização de bens de consumo.

Sua operação comercial envolve diferentes categorias de produtos, clientes de portes variados, representantes comerciais, gestores de vendas, Trade Marketing e parceiros de distribuição.

O projeto conduzido pela JointBee começou como uma mentoria comercial voltada à organização do planejamento, da gestão e do controle das atividades de Vendas e Marketing. Ao longo da jornada, o trabalho avançou para estrutura organizacional, estratégia de canais, produtividade dos RCAs, precificação, Trade Marketing, metas e remuneração variável.


O PROBLEMA

A Croques possuía presença comercial, portfólio e oportunidades de crescimento, mas precisava transformar sua operação de vendas em um sistema mais estruturado e previsível.

Parte da gestão ainda dependia do faturamento final, da experiência individual dos líderes e da atuação relativamente autônoma dos representantes. Isso dificultava enxergar com clareza quais clientes, canais, regiões, categorias e comportamentos comerciais explicavam o resultado.

A empresa também precisava diferenciar melhor sua atuação entre vendas diretas e indiretas, distribuidores, grandes redes, supermercados regionais e outros formatos de varejo.

Questões como política de preços, margem do canal, verbas comerciais, execução no ponto de venda, ruptura, mix, expansão da base e produtividade dos representantes precisavam fazer parte de uma mesma arquitetura de crescimento.


AS DORES

  • Gestão comercial muito concentrada no faturamento final.
  • Dificuldade para desdobrar as metas por canal, região, RCA, cliente e categoria.
  • Estrutura de vendas com necessidade de maior clareza de papéis e responsabilidades.
  • Representantes com diferentes níveis de maturidade, proatividade e disciplina comercial.
  • Gestores sobrecarregados por questões operacionais e dificuldades recorrentes da equipe.
  • Rotas comerciais sem priorização suficiente por potencial e viabilidade.
  • Clientes importantes com participação abaixo da oportunidade disponível.
  • Reclamações de preço sem uma metodologia única para avaliar competitividade, margem e posicionamento.
  • Diferentes canais exigindo preços, políticas, contrapartidas e formas de atendimento específicas.
  • Verbas comerciais solicitadas sem critérios suficientemente padronizados de retorno e execução.
  • Trade Marketing ainda em processo de formalização como departamento estratégico.
  • Falta de padrões para planejar, aprovar, executar e avaliar ações no ponto de venda.
  • Necessidade de aproximar gestores e RCAs por meio de reuniões mais orientadas a dados e oportunidades.
  • Metas comerciais com necessidade de equilibrar ambição, capacidade operacional e previsibilidade.
  • Remuneração variável com risco de premiar apenas faturamento, sem considerar qualidade e sustentabilidade do crescimento.


O DESAFIO

Construir um sistema comercial capaz de conectar estratégia, canais, pessoas, preços, execução no ponto de venda e governança.

Na prática, o desafio era transformar:

  • faturamento em árvore de produtividade;
  • representantes em gestores ativos de suas carteiras e territórios;
  • distribuidores em parceiros de desenvolvimento do mercado;
  • preços isolados em uma política coerente por canal;
  • ações promocionais em investimentos com objetivos, contrapartidas e mensuração;
  • Trade Marketing em uma área estruturada e integrada a Vendas;
  • metas genéricas em compromissos baseados em clientes, frequência, mix e ticket;
  • remuneração variável em instrumento de direcionamento estratégico.

A transformação precisava preservar o volume atual durante a transição, ao mesmo tempo em que preparava a Croques para crescer de forma mais segura, organizada e replicável.


A TRANSFORMAÇÃO

Entrega

O que foi realizado

Pontapé inicial e alinhamento

Apresentação da metodologia, alinhamento das expectativas e mobilização dos gestores para a jornada de transformação comercial.

Diagnóstico comercial

Análise da operação sob as perspectivas de canais, regiões, produtos, clientes, representantes e oportunidades de crescimento.

Estrutura organizacional de vendas

Desenho de uma estrutura comercial mais adequada, com revisão dos papéis dos gestores, representantes e futura liderança nacional.

Relatórios de produtividade

Modelagem dos relatórios necessários para acompanhar a performance comercial por canal, regional e RCA.

Árvore de produtividade

Desdobramento do faturamento em clientes atendidos, frequência de compra, itens por pedido, mix e ticket médio.

Metas por canal e RCA

Construção de objetivos e indicadores de produtividade conforme o potencial de cada canal e profissional.

Identificação de Quick Wins

Mapeamento de oportunidades imediatas relacionadas à ampliação da base de clientes e ao aumento de itens por pedido.

Estratégia de canais

Organização da atuação entre canais diretos e indiretos, distribuidores, varejistas e grandes contas.

Segmentação das responsabilidades comerciais

Definição de funções e focos específicos para os gestores, reduzindo sobreposições e melhorando a cobertura dos canais.

Desenvolvimento dos representantes

Orientação aos gestores para conduzir reuniões mais estruturadas, utilizando dados, oportunidades, prioridades territoriais e planos de ação.

Política de canal

Construção de uma visão em que distribuidores e varejistas fossem tratados como parceiros estratégicos, e não apenas como compradores.

Precificação reversa por canal

Desenvolvimento de uma metodologia que parte do preço-alvo ao consumidor e considera margens, impostos, frete, descontos e características de cada canal.

Governança de preços e descontos

Definição de parâmetros para tabelas, descontos máximos, faixas por volume e coerência do preço na ponta.

Estruturação de Trade Marketing

Definição do propósito, dos objetivos, da estrutura e das responsabilidades do departamento de Trade.

Plano Anual de Trade Marketing

Criação de um modelo para integrar metas comerciais, orçamento, calendário promocional, categorias prioritárias e objetivos por canal.

Processo de aprovação de ações de Trade

Estruturação de formulários com objetivo, investimento, contrapartida, lojas envolvidas, ROI projetado e avaliação posterior.

Checklist de execução no PDV

Criação de padrões para avaliar presença de produtos, ruptura, planograma, preço, materiais, pontos extras, concorrência e ativação.

KPIs e revisão trimestral de Trade

Definição de indicadores relacionados a ROI, sell-out, positivação de mix, ruptura, execução e utilização da verba.

Metas comerciais para 2026

Construção de metas a partir da árvore de produtividade e do cenário real de transição da empresa.

Meta Base e Meta Estendida

Estruturação de dois níveis de compromisso para equilibrar segurança operacional e ambição estratégica.

Remuneração variável do gerente

Desenvolvimento de uma política na qual o faturamento funciona como qualificador e clientes ativos e mix atuam como aceleradores.

Governança da remuneração

Definição de apuração trimestral, regras progressivas, critérios de elegibilidade e vínculo entre bônus e qualidade do crescimento.

As etapas iniciais de alinhamento, gestão de vendas e diagnóstico foram concluídas, criando a base para a continuidade da segmentação de canais, implantação das rotinas e desenvolvimento da nova liderança comercial.


RESULTADOS

A transformação ampliou a capacidade da Croques de compreender, planejar e gerenciar as causas do resultado comercial, reduzindo a dependência de cobranças genéricas de faturamento.

ANTES

DEPOIS

Gestão concentrada principalmente no faturamento consolidado.

Gestão apoiada em clientes, frequência, mix, ticket, categorias, canais e produtividade.

Metas definidas de forma ampla para a operação.

Metas desdobradas por canal, regional, RCA e alavancas de produtividade.

Estrutura comercial com papéis e sobreposições ainda pouco claros.

Estrutura redesenhada com responsabilidades e focos mais bem definidos.

Representantes acompanhados principalmente pelo resultado mensal.

Representantes acompanhados também por oportunidades, prioridades, carteira, mix e execução.

Reuniões comerciais com risco de serem dominadas por reclamações e urgências.

Reuniões orientadas por dados, árvore de produtividade e planos de ação.

Rotas construídas a partir das oportunidades que surgiam.

Rotas e territórios analisados por potencial, relevância dos clientes e viabilidade comercial.

Distribuidores tratados principalmente como compradores.

Distribuidores tratados como parceiros na cobertura, distribuição e desenvolvimento de mercado.

Preços discutidos de forma pontual conforme pressão de clientes e concorrentes.

Precificação estruturada a partir do preço ao consumidor e da realidade de cada canal.

Descontos com risco de depender da negociação individual.

Regras de desconto, limites e faixas de negociação incorporados à política comercial.

Verbas comerciais analisadas caso a caso.

Ações avaliadas por objetivo, investimento, contrapartida, execução e retorno esperado.

Trade Marketing atuando de forma pouco formalizada.

Departamento estruturado com propósito, processos, rotinas, indicadores e governança.

Execução no PDV avaliada de maneira não padronizada.

Checklist com critérios de presença, exposição, preço, ruptura, materiais e ativação.

Planejamento promocional dependente de demandas e oportunidades pontuais.

Plano anual com calendário, orçamento, categorias prioritárias e objetivos por canal.

Metas tratadas como um único compromisso de crescimento.

Metas organizadas em nível base e nível estendido, com premissas e alavancas explícitas.

Remuneração variável orientada principalmente ao volume vendido.

Modelo que considera faturamento, expansão da base de clientes e evolução do mix.

Pagamento de variável sujeito às oscilações de cada mês.

Apuração trimestral para reduzir distorções e permitir correções de rota.

  • A empresa passou a enxergar o faturamento como consequência de alavancas comerciais gerenciáveis.
  • Os gestores ganharam uma base mais objetiva para acompanhar e desenvolver os representantes.
  • A árvore de produtividade tornou mais claras as oportunidades de crescimento por canal e RCA.
  • A estratégia de canais passou a considerar diferenças de margem, cobertura, atendimento e papel dos parceiros.
  • A metodologia de precificação reversa criou uma referência mais consistente para proteger competitividade e coerência de preços.
  • O Trade Marketing ganhou estrutura, instrumentos e padrões para planejar e avaliar a execução no ponto de venda.
  • As ações comerciais passaram a contar com critérios de investimento, contrapartida, ROI projetado e avaliação posterior.
  • O planejamento de metas passou a equilibrar a realidade operacional com a ambição de crescimento.
  • A remuneração variável tornou-se um mecanismo para orientar o gerente não apenas a vender mais, mas a ampliar clientes e desenvolver o portfólio.
  • A Croques passou a contar com uma arquitetura mais integrada entre Comercial, Trade, Diretoria, Financeiro, Marketing e equipe de campo.


RESUMINDO

  1. A Croques possuía mercado, portfólio, canais e força de vendas, mas precisava transformar esse potencial em um sistema comercial mais previsível.
  2. O problema não estava apenas no faturamento, mas na dificuldade de gerenciar as causas que produziam o resultado.
  3. A JointBee estruturou organização comercial, relatórios, árvore de produtividade, canais, precificação, Trade Marketing, metas e remuneração variável.
  4. O projeto ajudou a substituir decisões pontuais por critérios, processos, indicadores e rotinas de acompanhamento.
  5. O aprendizado central é que uma indústria cresce de forma sustentável quando conecta potencial de mercado, política de canal, execução no PDV, produtividade da equipe e qualidade do resultado.
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