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Uma nova visão sobre o Mercado de Publicidade

Semana passada fui convidado por uma das mais importantes faculdades de administração e comunicação do país para falar sobre este assunto. Um evento com mais de 150 pessoas entre professores, alunos e profissionais do setor. #PRESSÃO.

Embora seja senso comum que estamos vivendo um período muito conturbado para o setor de comunicação e publicidade, com cortes de verbas, perda de relevância dos meios tradicionais e uma crise de identidade sem precedentes por parte das agências, falar sobre isso requer ousadia para propor um caminho de saída. E foi o que apresentei.

Há quase um ano assessorando duas das mais tradicionais agências de publicidade do estado de Minas Gerais, e depois de passar mais de 20 anos como cliente de agências que vão desde pequenas empresas com um faturamento de menos de R$500mil/ano até gigantes do setor com influência global, aprendi que este mundo pode ser ao mesmo tempo extremamente criativo e teimosamente reacionário. E esta é a raiz de todo o problema.

Os profissionais do setor aprenderam a ganhar dinheiro (muito) com a simples intermediação de veiculação de mídia e isso entortou a boca de muita gente. Hoje, com um mercado muito mais amadurecido e uma crise econômica que exige a descoberta de novas alternativas de negócios, os clientes precisam de apoio estratégico para as suas decisões de marketing. O que é uma pena porque a maior parte das agências ficaram despreparadas para serem estes importantes parceiros.

O próprio conceito de criatividade ficou maculado por uma interpretação simplista, que diz que criativo é quem é capaz de criar uma campanha ousada, uma mensagem distinta. O que não percebem é que a mensagem é o RESULTADO de um pensamento de marketing muito amplo, que envolve 3 aspectos FUN-DA-MEN-TAIS:

1. Análise de concorrência
2. Análise de contexto e
3. Análise de consumidor

Não há criatividade que resista a um cliente que domine estes três pensamentos. Há muitas agências jogando um jogo por regras que não se aplicam mais. É tempo de evoluir, deixar de buscar garantias num modo de agir baseado exclusivamente no insight criativo de um excelente diretor de criação. Precisamos de planejamento. Precisamos de contexto. Precisamos reinventar o setor antes que as empresas de consultoria tomem definitivamente o leme de um negócio que sempre foi dominado pelas agências de propaganda.

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BEE. JOINTBEE. HANDS ON.

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